Feita a ‘entrada de sangue novo’ e a ‘remodelação’ necessária, o Expresso aparece-nos como um semanário…demasiado igual ao que quis deixar para trás, sobretudo nos erros graves.
A manchete de hoje apresenta-nos (já para não falar na questão em termos editoriais…) um momento que importa assinalar para referência futura como absolutamente original. A dado passo, apresentam-se dados de uma sondagem que o jornal diz ter feito, sem que em lugar algum da edição (caderno principal, caderno de economia ou revista Única) se publique, na íntegra, o texto das perguntas efectivamente feitas e os resultados das respostas.

Além disso - e aqui residirá parte substancial da originalidade de que falo - o Expresso descarta ainda um elemento essencial em qualquer trabalho sério do género com a seguinte frase (a bold, não vá a gente esquecer-se!): “ver ficha técnica na edição anterior“.
Exactamente assim. Os dados que apresentamos são importantes hoje - tão importantes que fazem manchete da edição - mas não temos espaço nem para os publicar nem para a ficha técnica. Os leitores que quiserem, podem ir rebuscar os ‘papelões’ lá do bairro. Os outros…ora essa…os outros que…
É mau demais para ser confundido com jornalismo.
Conselho Deontológico? ERC? Anyone?










De facto, a apelidada «renovação» mantém velhos (e maus hábitos), como o de remeter uma rectificação para a página de cartas de leitores, publicada apenas quando existem cartas em número suficiente…
De facto, a apelidada «renovação» mantém velhos (e maus hábitos), como o de remeter uma rectificação para a página de cartas de leitores, publicada apenas quando existem cartas em número suficiente…