A entrada das universidades portuguesas no paradigma de Bolonha podia ter sido uma enorme oportunidade para reformular formações e para racionalizar a oferta.
Poderiam ter-se - não na letra, mas na prática - implementado mecanismos de fomento da diversidade, da originalidade e da excelência.
E se assim tivesse sido, talvez aprendessemos formas de viver melhor com / rentabilizar o que escapa à conformidade.
Encontrei a sugestão no Mathemagenic.









