Terminada a conferência Web2.0 em São Francisco há menos de uma semana levantou-se já uma discussão interessante sobre o fim do próprio conceito de web2.0.
Nicholas Carr congrega indícios do primeiro assalto e um artigo de John Markoff no New York Times reforça o argumento – a era da ligação entre espaços web sem qualquer leitura de sentido terminou.
Agora vem aí a coisa seguinte, a Web3.0, em que – promete-se – o objectivo é acrescentar uma camada de sentido ao que já existe na web, tornando-a menos num catálogo e mais numa espécie de guia.
Markoff exemplifica:
“The classic example of the Web 2.0 era is the “mash-up” — for example, connecting a rental-housing Web site with Google Maps to create a new, more useful service that automatically shows the location of each rental listing.
In contrast, the Holy Grail for developers of the semantic Web is to build a system that can give a reasonable and complete response to a simple question like: “I’m looking for a warm place to vacation and I have a budget of $3,000. Oh, and I have an 11-year-old child.”
Mas a conversa não é ainda pacífica. Um contra-ponto.











Já estou farta destes “conceitos inovadores”: porque não passar já para a Web 5.0?
bem visto…
[...] Web 3.0? [...]