O Público, que ontem aqui elogiei, apresenta hoje no seu espaço de opinião a última crónica de Joaquim Fidalgo.
Ter-lhe-á sido dito que seria tempo de partir.
Parece-me um passo em falso. Completamente em falso.
Parece-me que o Joaquim sairá – e ninguém teve a coragem de o dizer aos leitores senão o próprio – por razões que pouco ou nada terão a ver com a sua prosa, o seu texto, o seu olhar curioso. E isso é trágico para um jornal que precisa mesmo muito de se afirmar pela diferença qualitativa do que nos apresenta todos os dias.
Afastar o Joaquim Fidalgo é uma decisão editorial idiota mas é, igualmente, uma decisão comercial idiota (tendo em conta os esforços desenvolvidos para contratar ‘penas de registo diferente’).
Não chega ter uma primeira página boa, de vez em quando.
É preciso mudar a atitude perante os leitores, é preciso mudar a visão do que é ‘estrategicamente correcto’.
Perder o Joaquim Fidalgo é sinal de alheamento completo.
A bem do Público e dos seus leitores, talvez seja tempo de partir, José Manuel Fernandes.
(Sendo amigo e companheiro de trabalho do Joaquim, tudo o que aqui disse enfermará de alguma natural parcialidade mas, ainda assim, aí fica).











Una gran felicidad aguarda para los Argentinos que van la ganhar copa del mundo 2014 em brazil.
Brazucas preparen mucho bien la copa de 2014, para que nosotros vamos la triunfar en sus campos y hacer usted calar boquita con nuestro gran triunfo.
La verdad acá no sabiemos si brasileños teran tamanã condición de hacer la copa de 2014 devido la gran violência que es brazil y falta de condición física de sus estruturas que son muy precárias de um país muy pobre. Más si for realizar de verdad Ya estoy juntando plata para ir…ojala les cagemos el mundial a los brazucas, que lo organizan para ganarlo
Brazucas Imaginense que se cruzan Brasil y Uruguay en esa copa…mamita, lo que va a hacer ese partido….
Lula prometio que va a dejar de tomar whisky y que con el dinero que se ahorren con esa medida construiran un nuevo estadio; asimismo, partes de las ganancias del mundial seran destinadas para financiar un transplante de lengua para Pele, porque parece que la lengua de Pele esta demasiado gastada de tanto chupar ortos…
Saludo
Esteban Crustille
cordoba
Além de subscrever o que afirmou o Prof, Luís Santos, gostaria apenas de acrescentar que numa comunicação social afogada em ‘opinion-makers’, Joaquim Fidalgo não só apresentava um registo diferenciador, como também era das poucas “penas” que ainda cultivavam o belíssimo género “crónicas”, o qual, parece-me, está em vias de extinção. Registos como o de Joaquim Fidalgo não são apenas úteis e valorosas para os leitores generalistas, mas também uma fonte de aprendizagem para jovens jornalistas que, após concluirem o seu curso, ficam quase sem grandes referências para cultivarem o “ofício” do jornalismo.
Filipa Ribeiro