Há momentos assim; paramos, olhamos para trás e percebemos que cinco anos podem parecer 50.
Agradeço ao António Delgado a oportunidade que me deu, num post que recomendo.
Nele se recorda que há cinco anos - em finais de Maio de 2002 - Juan Luis Cebrián, conselheiro delegado do grupo Prisa, justificava assim o encerramento de conteúdos do El Pais na net:
“No es justo que los lectores que compran el diario en papel tengan que costear a los que lo leen por el ordenador”
Em Outubro de 2007, o mesmo Cebrián, apresentava a reformulação de estratégia da empresa (depois do comprovado falhanço da polÃtica de fecho de conteúdos) dizendo que o El Pais pretendia ser ‘o periódico global em espanhol’, sendo que para isso:
“Es obvio que el futuro pasa por Internet. El mayor impulso de crecimiento ha de venirnos del sector audiovisual y de Internet”
A mudança de postura dos responsáveis por um dos mais importantes grupos de comunicação do planeta é de saudar.
Mas importa que se assinale o caminho feito para que 1) o peso da história se aconchegue a todos, 2) se continuem a fazer leituras temperadas dos anúncios sobre posicionamentos no mercado dos vários produtos (e das várias empresas).









