Os ‘dias não-complicados’ já lá vão (estas generalizações que apresentam uma imagem romântica e serena do passado são sempre problemáticas, naturalmente, mas isso daria lugar a um outro post…
) e a relação entre os jornalistas e as suas audiências é agora cada vez mais assimétrica.
No post imediatamente anterior falou-se, precisamente, de leituras em torno do conceito de crise. Muitos há que o esticam por forma a preconizar o fim do jornalismo enquanto actividade exercida por um grupo profissional com regras, procedimentos e compromissos específicos. Howard Owens não avança tão longe mas diz-nos que, estando em curso uma mudança, o jornalista vai continuar a ser necessário, se bem que necessite de cumprir um novo conjunto de tarefas.
São, no fundo, novos papéis:
- garante de rigor ético
- contextualizador
- líder de conversas
- Agregador
- Fornecedor de informação relevante em primeira mão
…um céptico diria que o bom jornalista já faz isto mesmo…mas isso…












e já agora não usar o wikipedia a torto e a direito…