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Archive for 20 de Maio, 2004

Nos dias que correm – em que é quase tão fácil plagiar o trabalho de um jornalista como ser-se descoberto – empresas há que começam a proteger-se. Por exemplo, o Hartford Courant e o Fort Worth Star-Telegram usam um produto comercial, chamado Ithenticate. O Courant usa-o para verificar textos de opinião de colaboradores externos (podia ter sido útil à revista Visão!), enquanto que o Star-Telegram faz uma avaliação aleatória dos textos noticiosos produzidos no jornal.
Os jornais seguem, neste particular, um caminho já trilhado por muitas instituições académicas. Uma ferramenta, o Turniti.com, é já usado por mais de 3500 dessas instituições, espalhadas por cerca de 50 países.
Encontrei a informação aqui.

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Ontem pesquei um texto-quase-fbula de Barry Casselman sobre a Europa-mal-agradecida.
Hoje, algo de mais sofisticado, embora derivando de lgicas de raciocnio idnticas.
O/A responsvel pelo blog ‘Belmont Club’ comea por relativizar as baixas americanas no Iraque – sempre so inferiores, por exemplo, s registadas na operao que constituu o ‘ensaio geral’ do desembarque na Normandia.
Se bem que este argumento devesse, em bom rigor, merecer j comentrio, permito-me avanar para o que vem a seguir.
Se – como afirma o/a autor(a) – as baixas so poucas, a economia do pas cresce, as suas foras militares esto estrategicamente mais eficazes, por que se fala tanto de derrota? Isso – argumenta – um “fenmeno novo“, autntica “inverso de todas as metricas tradicionais para avaliar vitrias e derrotas“. A ‘coisa’ constitui uma nova arma poltica e tem vindo a ser usada, desde a Guerra do Vietname, pela Esquerda. A ‘coisa’ extremamente perigosa “porque altera, de forma subtil, as zonas de batalha e a definio de inimigo“.
impressionante confirmar at que ponto uma postura poltica radical nos dirige a leituras to limitadas da realidade. Quem se ter aproveitado da ‘coisa’, do ‘fenmeno’, desde o momento em que foi decidido avanar para a guerra at aos escndalos mais recentes? E quem inventou o ‘embedded journalism’? E em que lugar na Esquerda poderiamos situar a cadeia de televiso Fox?
Ainda assim, vale a pena ler o texto completo aqui.

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O parlamento russo, a Duma, discute, neste momento, uma proposta de lei que restringe o trabalho dos jornalistas que cobrem actos de terrorismo. A proposta de lei muito clara – s poder ser transmitida informao que parta de entidades oficiais de segurana.
Mais aqui.

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Um estudo realizado em Abril deste ano, com base em entrevistas a 2415 adultos norte-americanos pela empresa de sondagens Harris, revela que quase 60 por cento das pessoas que procuram informao online dizem no ter alterado o seu recurso a outros meios de informao.
Quatro em cada cinco dos inquiridos diz que recorre net para se informar e o acesso mdio de sete vezes por semana.
Embora os dados no sejam surpreendentes, fornecem acrescida consistncia a argumentos sobre a info-excluso e, num outro nvel, a anlises mais sbrias sobre o fim dos media tradicionais.
Mais detalhes aqui.

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O projecto foi publicamente apresentado pelo presidente Jacques Chirac no dia 9 de Janeiro ltimo e, na altura, previa-se a abertura de portas ainda em 2004. Teria um custo de lanamento estimado de 110 milhes de euros e um custo de funcionamento anual mdio, para os primeiros cinco anos, de 70 milhes de euros.
Os responsveis mximos pelo projecto admitiram, no entanto, esta semana, que a ‘CNN/BBC World francfona’ no dever arrancar to cedo, por questes que se prendem, sobretudo, com aprovaes legislativas e de financiamento.
Uma nota curiosa, que importar ler em parelelo com as reflexes que alguns polticos britnicos fazem, ciclicamente, a propsito da BBC: os dois responsveis pela nova cadeia de informao francfona dizem que questes como as audincias ou at mesmo o peso da publicidade no oramento anual so insignificantes face ao percebido “prestgio” que o canal pode aportar.

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