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Archive for Março, 2005

pausa


pause

Originally uploaded by a t r i u m.

Tempo demais

sem parar.

Tempo de tentar.

O Atrium volta

em Abril.

(antes dos idos!)

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Ourmedia

Contrariando as tendncias de rentabilizao a todo o custo das oportunidades abertas pela publicao pessoal, um grupo de bloggers e de pessoas ligadas ao movimento de ‘grassroots media’ acaba de lanar oficialmente o OURMEDIA.
Trata-se de um site que nos promete espao e disponibilidade para armazenar e partilhar todos os trabalhos digitais de que nos lembremos.
Dois dos impulsionadores do projecto sao Mark Canter e J.D. Lassica.

Apercebi-me aqui.

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Seguindo uma das muitas sugestes dirias do Pedro Fonseca fui dar a um texto de carcter editorial do respeitado Christian Science Monitor, sob o apelativo ttulo: “O que um jornalista?“.
Uma leitura rpida pode chegar a iludir-nos.
Uma leitura rpida pode levar-nos a pensar: “ora aqui est um jornal tradicional, a reflectir de forma madura sobre a influncia da blogosfera no jornalismo”.
Alto!
Vamos enganados!
Vamos ler com mais ateno e perceber que o texto uma espcie de propaganda-encapotada-para-uma-profisso-aterrada-com-o-espectro-da-mudana.
E isso faz dele apenas mais uma oportunidade perdida.
(mais…)

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A Technorati acaba de indicar que acompanha j mais de OITO milhes de blogs.
So, naturalmente, muitas as reservas que podem levantar-se a estes dados e a maioria delas derivam de um quase exclusivo acomodar das ferramentas realidade norte-americana (ou, quando muito, anglfona).
Ainda assim penso que existem vantagens no exerccio e reforo aqui a ideia de que, pelo menos desde o milho CINCO, a progresso tem evoludo a um ritmo prximo do um milho/ms.

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Estado da blogosfera – 3

David Sifry colocou j no seu blog a terceira parte do trabalho sobre o estado da blogosfera, aos olhos da empresa que dirige, a Technorati.
Parecem-me – por relao realidade portuguesa – muito pertinentes duas observaes:

1 – Sites de orgos de comunicao tradicionais continuam a ser os que mais recebem links da blogosfera (NYTimes, Washington Post, CNN, BBC);

2 – Sites de orgos de comunicao tradicionais que optaram por fechar o acesso a todos menos os que pagarem so rapidamente postos de lado pela blogosfera (o exemplo citado o do Wall Street Journal).

Se a primeira observao nos ajuda a olhar para a blogosfera sem ‘lentes de aumento’ j a segunda constitui um aviso de mdio e longo prazo para publicaes como o Expresso ou o Pblico (que optaram /anunciaram vir a optar) pela restrio do acesso aos seus contedos.
Como reza a famosa piada irlandesa, se eu fosse a eles, no comeava por a…

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a língua assassinada ?

O mais recente número do Observatório da Imprensa tem um texto interessante sobre blogs mas o que realmente me prendeu a atenção foi um outro, de Deonísio da Silva, sobre a língua e a sua ‘flexibilização em curso’ (via ICQ, SMS, Messanger, etc.).
O texto abre assim:
Na era dos insensatos, eis que surge mais um besteirol, a que os apressados de sempre já deram até nome: idioma cibernético“;
e continua:
Pois na dita linguagem cibernética a língua portuguesa está sofrendo de diarréia e tenesmo ao mesmo tempo. Ora o jovem diz demais e confusamente, economizando em letras, mas se perdendo em prolixias, ora está preso ao reduzido universo vocabular que o vitima principalmente na escola. Como aprender um texto sofisticado, se professores e livros, por melhores que sejam, não conseguem contato com repolhos e alfaces ali matriculados?“;
para terminar:

Assim como a gíria não livra os meninos pobres dos seculares males sociais, o idioma cibernético não os livrará da marginalidade em que vivem, da falsa cultura em que se movem, da pobreza vocabular que os leva a esses terríveis insucessos numa simples redacção de vestibular.
Nãs lhes negamos o código, a chave da porta de entrada. E eles é que estão pagando o preço da exclusão. Que pelo menos nós, os letrados, não nos desculpemos com auto-indulgê
ncias que não nos ajudam a compreendê-los, apenas nos eximem de responsabilidades“.

Por cá dir-se-ia: curto e grosso.

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Bloggies – o melhor texto sobre blogs

Os prmios “bloggies” para 2005 foram j divulgados e, numa primeira leitura, parece-me que:
– a coisa est ainda muito pouco estruturada (h prmios por zona geogrfica mas h tambm prmios para blogs de um s pas);
– a coisa enferma – nos prmios temticos – de um pendor, no mnimo, anglfono.
Apesar de tudo isto – que se entende e que, naturalmente, nos ajuda a dar a iniciativas desta natureza no mais do que a sua justa importncia – deixo aqui excertos daquele que foi considerado o melhor texto de blog sobre blogs:

6. have comments. dont be upset if no one writes in your comments for a long time. eventually they’ll write in there. if people start acting mean in your comments, ask them to stop, they probably will.
7. have an email address clearly displayed on your blog. sometimes people want to tell you that you rock in private.
8. dont worry very much about the design of your blog. image is a fakeout.
11. say exactly what you want to say no matter what it looks like on the screen. then say something else. then keep going. and when youre done, re-read it, and edit it and hit publish and forget about it.
12. link like crazy. link anyone who links you, link your favorites, link your friends. dont be a prude. linking is what seperates bloggers from apes. and especially link if you’re trying to prove a point and someone else said it first. it lends credibility even if youre full of shit.
15. dont be afraid if you think something has been said before. it has. and better. big whoop. say it anyway using your own words as honestly as you can. just let it out
“.

Franco. Certo. coisa de blog.

Encontrei a sugesto aqui.

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Estado da Blogosfera – Parte 1 e 2

O responsvel mximo pela Technorati, David Sifry, disponibilizou ontem e hoje as partes 1 e 2 de um trabalho sobre o estado da blogosfera.
Os dados so interessantes e confirmam a tendncia de crescimento galopante, embora muitos dos que deixaram comentrios aos posts (e recomenda-se a sua leitura) tenham mostrado curiosidade em saber:
– como equacionar os dados da technorati (perto de 8 milhes de blogs) com outros que indicam a existncia, por exemplo, de cerca de 11 milhes apenas na Coreia do Sul?
– Que tcnicas (e que garantias do elas) usa a Technorati para filtrar o spam produzido pelas chamadas ‘link farms’?
Vamos esperar pelo que falta da sua anlise.

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Há dias, durante um muito interessante debate sobre Blogs, que decorreu na Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, o tema surgiu naturalmente – o que fazem os jornalistas nos blogs?
Escrevem sobre o quê?
E haverá limites – impostos pela ética, pelos deveres profissionais…pelo bom senso(!) – para o que possam dizer?
Como entender um comentário opinativo de um jornalista sobre um político num blog, depois de há instantes termos visto / ouvido / lido o trabalho resultante de uma entrevista desse mesmo jornalista a esse mesmo político?
E as regras a adoptar serão diferentes, tratando-se de um blog pessoal ou de um blog patrocinado pela empresa para a qual o jornalista trabalha?
Confesso que o tema me interessa.
Gostava de o ver mais discutido, sobretudo pelos jornalistas.
Vem isto a propósito do mais recente blog da SIC (obrigado Daniela): o princípio da incerteza.
(Leia-se ‘Uma Aposta’ de Ricardo Costa e ‘Um Bacalhau Frio’ de António Esteves).

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A organizao Reporteres sem Fronteiras e a Deutsche Wella organizam, em conjunto, um concurso para a escolha dos melhores blogs na defesa da liberdade de opinio.
Podem participar todos os blogs (menos os que pertencem a ONG’s ou os que recebem subsdios governamentais) que tenham uma presena de pelo menos seis meses na rede e que sejam actualizados com regularidade.
O contacto, para o envio de propostas, :
internet ARROBA rsf.org

Encontrei a sugesto aqui.

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no que pensam eles…

Mesmo que o fenmeno dos blogs venha a ter direito a apenas uma nota de rodap na histria da comunicao, mesmo que seja passageiro e que venha a ter um efeito social muito inferior ao que se possa (agora) imaginar, o certo que a produo meditica em torno da nova ferramenta vai, por certo, ajudar a prolongar imagens (erradas ou no) sobre as suas potencialidades, abrangncia e influncia.
Vem isto a propsito de um texto assinado por Steven Levy na mais recente edio da Newsweek, onde os blogs so j assumidos como uma das tradicionais estruturas da sociedade, enfermando, naturalmente, de males comuns, como o caso da aparente desproporo em termos de gnero e de raa (privilgio para os homens brancos – “It’s white people linking to other white people!”).
Ainda algum se vai lembrar um dia de impor quotas…

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Poynter – State of the Media, 2005

O projecto para a excelncia em jornalismo do Poynter Institute acaba de disponibilizar o seu (muito exaustivo) relatrio sobre o estado dos media nos Estados Unidos. Este “The state of the News Media – 2005” de leitura recomendada mesmo para quem s tem de si a imagem de leitor/ouvinte/telespectador por duas razes fundamentais: 1) as tendncias norte-americanas so, em muitos casos, indicadoras de cenrios possveis para o panorama nacional; 2) as observaes abrem, naturalmente, espao a leituras sobre a vivncia social que ultrapassam em muito o mero enquadramento de uma s actividade.
So cinco as tendncias apontadas:
1 – There are now several models of journalism, and the trajectory increasingly is toward those that are faster, looser, and cheaper;
2 – The rise in partisanship of news consumption and the notion that people have retreated to their ideological corners for news has been widely exaggerated;
3 – To adapt, journalism may have to move in the direction of making its work more transparent and more expert, and of widening the scope of its searchlight;
4 – Despite the new demands, there is more evidence than ever that the mainstream media are investing only cautiously in building new audiences;
5 – The three broadcast network news divisions face their most important moment of transition in decades
.

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Um ano – um instante


As primeiras experincias na blogosfera comearam ainda em 2003 mas a minha proposta mais consistente, este Atrium, teve o seu primeiro post h precisamente um ano atrs.
Dizia na ‘abertura’: “C deixarei as minhas perplexidades e reflexes sobre actos ou momentos que marcam o nosso viver social“.
Agora que reparo na frase vejo que ter ficado por cumprir to ambicioso propsito. O Atrium tornou-se, sobretudo, numa espcie de amparo pessoal, de ferramenta de simultnea discusso e estudo sobre os temas que mais me interessam.
Quando muito, se tivesse que rectificar, poderia dizer que o Atrium foi, neste seu primeiro ano, um reflexo de parte do meu prprio percurso. Deu preferncia s minhas preocupaes permanentes – o jornalismo, a comunicao, a cidadania – e foi espelho de algumas descobertas (tecnologias, palavras e, sobretudo, pessoas…muitas e muitas pessoas).
Nesse sentido, portanto, um blog.
A meu favor – faa-se essa justia – terei sempre o facto de a frase acima citada vir apensa a uma outra – que agora a prudncia me obriga a repetir como vlida para os dias que se seguem – “No se espere demais“.

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Um programa de doutoramento conjunto, entre as universidades de Mlaga e Catlica de Murcia, deu origem a um blog colaborativo, com temticas em torno das novas tecnologias da comunicao.
O blog tem trs dias, chama-se “Doctorado en Comunicacin UCAMUMA”, e est aqui.
Encontrei a sugesto no La Azotea, de Jose Manuel Noguera, que presumo seja tambm um dos colaboradores do novo espao.

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