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Archive for 14 de Março, 2005

Poynter – State of the Media, 2005

O projecto para a excelncia em jornalismo do Poynter Institute acaba de disponibilizar o seu (muito exaustivo) relatrio sobre o estado dos media nos Estados Unidos. Este “The state of the News Media – 2005” de leitura recomendada mesmo para quem s tem de si a imagem de leitor/ouvinte/telespectador por duas razes fundamentais: 1) as tendncias norte-americanas so, em muitos casos, indicadoras de cenrios possveis para o panorama nacional; 2) as observaes abrem, naturalmente, espao a leituras sobre a vivncia social que ultrapassam em muito o mero enquadramento de uma s actividade.
So cinco as tendncias apontadas:
1 – There are now several models of journalism, and the trajectory increasingly is toward those that are faster, looser, and cheaper;
2 – The rise in partisanship of news consumption and the notion that people have retreated to their ideological corners for news has been widely exaggerated;
3 – To adapt, journalism may have to move in the direction of making its work more transparent and more expert, and of widening the scope of its searchlight;
4 – Despite the new demands, there is more evidence than ever that the mainstream media are investing only cautiously in building new audiences;
5 – The three broadcast network news divisions face their most important moment of transition in decades
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Um ano – um instante


As primeiras experincias na blogosfera comearam ainda em 2003 mas a minha proposta mais consistente, este Atrium, teve o seu primeiro post h precisamente um ano atrs.
Dizia na ‘abertura’: “C deixarei as minhas perplexidades e reflexes sobre actos ou momentos que marcam o nosso viver social“.
Agora que reparo na frase vejo que ter ficado por cumprir to ambicioso propsito. O Atrium tornou-se, sobretudo, numa espcie de amparo pessoal, de ferramenta de simultnea discusso e estudo sobre os temas que mais me interessam.
Quando muito, se tivesse que rectificar, poderia dizer que o Atrium foi, neste seu primeiro ano, um reflexo de parte do meu prprio percurso. Deu preferncia s minhas preocupaes permanentes – o jornalismo, a comunicao, a cidadania – e foi espelho de algumas descobertas (tecnologias, palavras e, sobretudo, pessoas…muitas e muitas pessoas).
Nesse sentido, portanto, um blog.
A meu favor – faa-se essa justia – terei sempre o facto de a frase acima citada vir apensa a uma outra – que agora a prudncia me obriga a repetir como vlida para os dias que se seguem – “No se espere demais“.

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