Os espaços da chamada rede social, onde potencialmente todos disponibilizamos parte substancial da nossa vida, onde nos encontramos com amigos, onde conhecemos novas pessoas e entramos e saimos de novos grupos não são, como seria de esperar, lugares 'só com vantagens'.
Há – como em tudo o resto na nossa vida, aliás – que medir bem os efeitos de cada acção, de cada declaração ou de cada revelação. E se tudo isto parece uma 'lapalissada' para utilizadores mais experientes (na net e na vida) o choque pode ainda ser substancial para agentes mais novos e/ou inexperientes.
Um curioso artigo, publicado ontem no NYTimes (sugestão recolhida aqui), fala-nos precisamente de alguns desses riscos para jovens universitários em busca do primeiro emprego. O texto diz-nos que as empresas que procuram novos 'talentos' procuram também informar-se sobre os interesses não profissionais dos seus candidatos fazendo buscas nos tais espaços (Facebook, MySpace, Xanga, Friendster, ou Hi5, por exemplo).
Excerto: "«I think students have the view that Facebook is their space and that the adult world doesn't know about it», said Mark W. Smith, assistant vice chancellor and director of the career center at Washington University in St. Louis. «But the adult world is starting to come in»".
Social software – os riscos
'12/06/06 2:13 PM' por Luis António Santos
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Já para não falar nos blogues. Em Abril, publiquei no meu sitio uma entrada com referencia a dois artigos ( http://chronicle.com/jobs/2005/07/2005070801c.htm bloggers need not apply, já com quase um ano e http://www.nydailynews.com/front/story/401069p-339405c.html what a tangled web we hav e) sobre os efeitos perniciosos da exposição na web. Sem querer abusar aqui fica o enlance: http://mouronacosta.wordpress.com/2006/04/04/em-defesa-dos-nicks/
[…] Actualização: continua neste blogue e também no Atrium (12.06). […]