Ora aqui está uma frase que pode chocar algumas sensibilidades:
"I increasing believe that in order to survive and grow in a digital, networked, social, participatory world, media companies need to evolve into marketing services companies".
Partindo das leituras esporádicas que faço de algumas das suas opiniões, Scott Karp, o autor da frase, não estará a falar especificamente dos conteúdos e da sua autonomia (o jornalismo, por exemplo), centrando antes a sua atenção nos modelos de financiamento das empresas e na sua postura no mercado.
Ainda assim, tomando como certa esta previsão, as mudanças nas empresas implicariam sempre reajustamentos. E, aí sim, a pergunta impõe-se: onde e como fica o jornalismo?
Karp acredita que os conteúdos 'tradicionais' ("traditional content that media companies create, like news, features, journalism, dramas, sitcoms, etc.") vão seguramente sobreviver enquanto negócios, mas "most won’t grow very much, some will shrink, and some media brands may not survive at all".











