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Archive for 21 de Outubro, 2006

As conversas apocalpticas sobre o fim dos media tradicionais (e subsequente substituio por uma no muito bem definida mistura de contribuies individuais e de grupo) incorporam inmeras fragilidades; uma delas a de se presumir que as pessoas so ‘pescadores’ arrojados de informao e que iniciam novos processos de busca a cada dia que nasce. Hoje leio isto, mas amanh estou disposto a ler aquilo…valendo ambas as experincias o mesmo na minha escala de valorao pessoal.
No verdade, claro.
O conhecido -nos cmodo e traz-nos tranquilidade; o fivel assegura-nos um investimento dirio menor na tarefa (excluem-se as iniciativas de verificao) de nos mantermos informados. E isso importante para quem gosta do conforto de confiar.
No diria, naturalmente, que as nossas ‘comodidades’ so permanentes; alis, diria at que as mudamos com regularidade sem grandes dificuldades. Mas isso no nos deve afastar da ideia de que os processos atravs dos quais nos relacionamos com quem nos fornece informao so, na essncia, os mesmos.
O que um leitor de feeds RSS seno uma organizao das minhas ‘comodidades’ pessoais?
Vem isto a propsito de um post de Scott Karp que acabei de ler.
Falando-nos da fora das marcas no mundo dos media diz:

The more I think about, the more it seems that brands are the only thing that still matters in media. What’s changed is not the importance or the role of media brands, but rather what defines a media brand and what – or who – can become a brand.
It’s undeniable that traditional media brands no longer have a monopoly over our attention — but (…) the fundamental dynamics of media brands hasn’t changed. We self-identify through our media brand choices, which now include all of the technology brands we use
“.

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