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Archive for Janeiro, 2008

As três principais empresas editoras de jornais no Japão – Nikkei Inc.,  Asahi Shimbun Co. e Yomiuri Shimbun Holdings – lançaram hoje um novo site que permite aos leitores comparar os conteúdos disponibilizados por cada uma delas.

Através do Aratanisu é possível (a quem percebe japonês 🙂 ) comparar primeiras páginas, notícias e editoriais. A iniciativa tem como objectivo contrariar a queda nas vendas de jornais que, ainda assim, tem sido mais ligeira naquele país do que noutras latitudes.

[Sugestão recolhida no EJC]

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Hiper-local.
Hiper-qualidade.
Uma pérola.

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Os dados mais recentes do Netpanel da Marktest permitem-nos, em comparação com dados idênticos referentes a 2006, fazer uma observação que pode considerar-se relevante, se pensarmos na actual (e prevista) presença das publicações jornalísticas nacionais na web.


Os portugueses que acedem a sites de jornais e revistas em língua portuguesa na net são sensivelmente os mesmos que há um ano atrás (o fosso digital não se combate atirando hardware às pessoas…) mas dedicam, em média 27 por cento a mais do seu tempo a esses acessos.
Aparentemente queremos mais e se isso nos é dado respondemos de forma positiva.

ALGUÉM DOS DEPARTAMENTOS COMERCIAIS DOS JORNAIS ESTÁ A PRESTAR ATENÇÃO? (e não, a mudança não se faz vendendo banners…)

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O Center for the Digital Future da USC Annenberg School acaba de tornar público o seu estudo ‘Digital Future Report‘ relativo a 2008.
Tratando-se de um trabalho periódico que já se desenvolve há sete anos, os investigadores avançam algumas tendências observadas na população inquirida(norte-americana). Deixo aqui as que me parecem mais relevantes para o jornalismo:

1. A Internet é cada vez mais um espaço considerado prioritário para a busca de informação – 80 por cento dos questionados com mais de 17 anos de idade (contra 66 por cento em 2006);

2. A informação online é cada vez mais credível – válido para 46 por cento dos utilizadores da web e para 43 por cento dos não-utilizadores;

3. As páginas web dos orgãos de comunicação estabelecidos são consideradas muito fiáveis como fonte de informação – cerca de 80 por cento dos questionados afirma confiar na informação disponibilizada em espaços como o NYTimes ou a CNN (contra 77 por cento em 2006)

4.Would you miss the print edition of your newspaper?” – 52 por cento dizem que sim mas 27 por cento dizem já que não.

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Paul Bradshaw prossegue a sua série de excelentes posts sobre o futuro do jornalismo com este 5º contributo – “Making money from journalism: new media business models“:
Excertos:

online, news becomes about being very very big (international) and very very small (hyperlocal; personalised). Industrial age economies of scale no longer apply.
(…)
Most publishers are not creating commercial value, but social value. This is easy to dismiss, but online, social capital is a very powerful currency.
(…)
the web is a place, not a destination. If your business model rests on selling advertising, you need to think more creatively about attracting – and keeping – people to your site. They don’t hang around newsagents.
(…)
Success online rests on responding to, anticipating – and creating – the needs of readers. It is no longer about simply producing ’stories’. Stories were an effective way of serving the need for information when paper was the platform – but that information (who, what, where, when, who, how, why) can be packaged differently – and more effectively – online. Databases, tagging, geotagging, maps, multimedia, interactivity, personalisation – to name just a few – all offer new possibilities.

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Blog – uma visão

When you write for pay, you worry about lawsuits, sentence structure, and word choice. You worry about your boss, your publisher, your mother, and your superego looking over your shoulder. And that’s no way to blog.

Excerto de um excelente texto de Sarah Boxer na New York Review of Books.
Já se disse mais. Muito mais.
E os blogs até são diferentes por outras razões.
Mas esta – a do boost espiritual que a (falsa) sensação de ‘imensa possibilidade’ dá é inegável (pelo menos durante algum tempo) e é inegavelmente uma das justificações para o sucesso do formato.
[Sugestão recolhida no Ponto Media]

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O Independent tem, desde ontem, um novo site. Há algumas mudanças – o feed RSS está agora claramente identificado no topo de cada espaço diferenciado, e dá-se mais saliência a items que (à falta de melhor termo) se poderiam classificar como ‘indicadores de interferência humana concreta’: ‘escolhas dos editores’, e mais populares lidas/comentadas/enviadas por mail.
O que me parece, porém, interessante nesta mudança é a forma como ele está a ser promovida no jornal em papel – uma enorme tarja no topo do jornal, logo abaixo do cabeçalho.

PS: O botão diminuiu de tamanho do primeiro para o segundo dia…

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À atenção de quem anda atento…

Automattic, the commercial arm of the popular WordPress publishing platform for blogs, has received $29.5 million in financing from four companies, including a small portion from The New York Times Company.

Mais aqui.
[Sugestão recolhida no EJC]

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São redes sociais tendencialmente organizadas em torno do jornalismo e do trabalho jornalístico (produzido ou não por profissionais). Ambas contam com nomes de relevo e ambas prometem bastante:

Publish2

Publish2’s mission is to bring all of the world’s journalists onto one common web platform and community, one that empowers journalists to discover, organize, and rank the most important news — to benefit their own reporting, their newsrooms, and all news consumers on the web.

Wired Journalists

WiredJournalists.com was created with self-motivated, eager-to-learn reporters, editors, executives, students and faculty in mind. Our goal is to help journalists who have few resources on hand other than their own desire to make a difference and help journalism grow into its new 21st Century role. [Sugestão recolhida no Ponto Media]

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Denunciar com publicidade

Momentos em que a atenção de grande parte do globe fica centrada num só evento são oportunidades de ouro para a divulgação de serviços e bens.
São-no, também, desde há algum tempo, oportunidades para – recorrendo a uma lógica semelhante – apresentar causas ou fazer denúncias.
Este é um exemplo claro de uma campanha dessa natureza:

Encontrei a sugestão no eblog (e encontrei também a referência a este muito bom AlterBlog)

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Spoonch

Um guia de TV 2.0 em tempo real – assim define Joan Jimenez o Spoonch, um projecto com base no fenómeno Twitter que acaba de ser lançado em (what else?) versão pré-Beta.
Há também um blog de apoio.

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À borla

Duas publicações recentemente disponibilizadas:

1.The Future of Ideas“, de Lawrence Lessig, um dos impulsionadores das licenças Creative Commons (os seus quatro livros – o mais conhecido sendo, talvez, “Free Culture”, de 2004 – estão agora todos disponíveis para download condicionado na net).

Sugestão recolhida no Contrafactos.

2.Jornalismo 2.0 – Um guia da Cultura Digital na Era da Informação“, de Mark Briggs, agora com edição em português (BR) (tradução de Carlos Castilho).

Sugestão recolhida no Ponto Media.

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YOUTUBE foi a expressão mais procurada pelos portugueses na net em 2007, segundo dados agora divulgados pela Marktest.
‘Sexo’ – que dominava há dois anos – não conseguiu sequer ficar no ‘top ten’.
Homens e mulheres parecem procurar sensivelmente as mesmas coisas; as mulheres parecem ter um interesse mais forte em horários de comboios e nos estado do tempo e os homens parecem distinguir-se pela sua adesão à TMN 🙂

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Em 2006, o Manchester Evening News (parte do Guardian Media Group) decidiu distribuir o jornal de forma gratuita no centro da cidade, mantendo um preço de capa para as cópias vendidas fora do centro.
Um ano depois, as vendas tinham baixado para cerca de 88 mil cópias, sendo ultrapassadas pelas mais de 92 mil entregas gratuitas.
Significativamente, as vendas de publicidade aumentaram 8 por cento (contrariando uma quebra nacional também de 8 por cento).
Yves Chainon explica, no Editors Weblog, como aconteceu a mudança e o que está ainda por fazer.

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