When you write for pay, you worry about lawsuits, sentence structure, and word choice. You worry about your boss, your publisher, your mother, and your superego looking over your shoulder. And that’s no way to blog.
Excerto de um excelente texto de Sarah Boxer na New York Review of Books.
Já se disse mais. Muito mais.
E os blogs até são diferentes por outras razões.
Mas esta – a do boost espiritual que a (falsa) sensação de ‘imensa possibilidade’ dá é inegável (pelo menos durante algum tempo) e é inegavelmente uma das justificações para o sucesso do formato.
[Sugestão recolhida no Ponto Media]











