Jornalista hoje – seis tarefas

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Os ‘dias não-complicados’ já lá vão (estas generalizações que apresentam uma imagem romântica e serena do passado são sempre problemáticas, naturalmente, mas isso daria lugar a um outro post… 🙂 ) e a relação entre os jornalistas e as suas audiências é agora cada vez mais assimétrica.
No post imediatamente anterior falou-se, precisamente, de leituras em torno do conceito de crise. Muitos há que o esticam por forma a preconizar o fim do jornalismo enquanto actividade exercida por um grupo profissional com regras, procedimentos e compromissos específicos. Howard Owens não avança tão longe mas diz-nos que, estando em curso uma mudança, o jornalista vai continuar a ser necessário, se bem que necessite de cumprir um novo conjunto de tarefas.
São, no fundo, novos papéis:

– garante de rigor ético
– contextualizador
– líder de conversas
– Agregador
– Fornecedor de informação relevante em primeira mão

…um céptico diria que o bom jornalista já faz isto mesmo…mas isso…

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