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Archive for 18 de Junho, 2008

Jornalistas formam amadores

A norte-americana Society of Professional Journalists decidiu encarar a proliferação de meios de auto-publicação não como uma ameaça mas como uma oportunidade.
Criou a Citizen Journalism Academy, um enquadramento para acções de formação dedicadas a não profissionais sobre temas que cobrem a ética, a legislação, o acesso a documentos e a espaços públicos, práticas informativas responsáveis e o uso da tecnologia.
Benoit Raphael escreve, no seu Demain tous journalistes?:

D’aucuns diront que ces journalistes se tirent une balle dans le pied. D’autres répondront qu’ils refusent au contraire de se mettre des oeillères et essaient d’apporter une pierre au nouvel édifice de l’information.

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É uma ideia que nos segura de imediato – no ano em que a ARPA faz 50 anos e em que o Mosaic faz 15, a Vanity Fair decidiu enviar dois repórteres em busca das histórias que têm para contar as pessoas que fizeram essa História.
O texto – An oral history of the Internet / How the Web was won – tem oito capítulos e é, também ele, um documento.

[Sugestão encontrada no Cyberbrains]

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A aplicação de recursos como o Flash a conteúdos jornalísticos – sobretudo quando isso acontece na justa medida – está a abrir caminhos a novas formatações e até a novos géneros.
Mark S. Luckie apresenta-nos uma listagem de oito propostas consolidadas que vale a pena acompanhar.

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É uma área estranhamente nublosa ainda a dos efeitos das radiações dos telemóveis.
Há, de certa forma, até um certo paralelismo histórico entre a gestão que se faz de estudos (encomendados ou não pelas empresas e pelos reguladores) e a que se fez, durante décadas, com o tabaco.
É fácil imaginar, daqui a alguns anos, as pessoas rirem-se de anúncios publicitários com gente feliz segurando o seu telefone móvel junto à cabeça, como agora fazemos com os anúncios em que Ronald Reagan ou o Pai Natal sugerem embalagens de maços de cigarros como excelentes prendas.

[Post actualizado na sequência do comentário do Bruno Figueiredo]

A indefinição é terreno fértil para a suspeita e para aproveitamentos que a partir dela sempre se fazem (…que las hay…).
O video que a seguir se apresenta é disso exemplo – circula de forma viral pela net desde o fim de Maio (eu recebi-o numa mensagem de um amigo) e já terá sido visto por mais de 8 milhões de pessoas – e faz parte de uma campanha de uma empresa que vende auriculares Bluetooth, a Cardo Systems.

Um teste que se diz genuíno  – o video vem indicado como tendo sido feito na redacção do Lepost.fr – pode também ser encontrado no YouTube.

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