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Archive for Agosto, 2008

Alex Primo – professor de Comunicação e Informação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre), autor do livro “Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição” – acaba de abrir um novo blog onde agrega informação bibliográfica (e não apenas em texto) sobre a área da Cibercultura.
Visita obrigatória para quem se interessa pelo tema.

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Estão abertas até 12 de Setembro as candidaturas ao curso de mestrado de Ciências da Comunicação, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho. As áreas de especialização são três:

Podem concorrer os detentores de uma licenciatura que não tem de ser necessariamente em Ciências da Comunicação. Os critérios de selecção compreendem parâmetros relacionados com a formação académica, a experiência profissional (nomeadamente na área do mestrado) e experiência cientifica (participação em projectos de investigação, publicações, etc).
O curso tem a duração de dois anos (quatro semestres), sendo que os últimos dois são ocupados com um estágio e a elaboração de um relatório ou dissertação. O estágio tanto pode ser feito numa empresa ou serviço como num projecto colectivo de investigação da área de especialização do mestrado.
Os dois primeiros semestres são ocupados com actividades lectivas que decorrem três dias por semana (de segunda a sexta), entre as 18 e as 21 horas, no campus de Gualtar da Universidade do Minho, em Braga. As unidades curriculares incluem matérias de cunho teórico e prático-laboratorial.
As candidaturas são feitas por via electrónica, nos Serviços Académicos da Universidade do Minho, devendo a documentação de comprovação ser enviada por correio ou entregue pessoalmente.
A este mestrado podem concorrer também detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo Conselho Científico do Instituto de Ciências Sociais.
As instruções para a candidatura podem ser consultadas AQUI.

(Nota: Este post é a transcrição de um outro publicado por Manuel Pinto no Jornalismo&Comunicação)

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É uma pergunta provocatória a que Leonard Witt lançou durante a discussão num dos painéis da convenção anual da Association for Education in Journalism and Mass Communication (AEJMC): “Here, I believe, is the ultimate ethical question: If the American public does not want to pay for journalism — in other words, doesn’t find value in what we as journalists do — should we simply stop doing it?“.
Vale a pena ler o que ele próprio escreve sobre o assunto e a resposta de Amy Gahran no E-Media Tidbits.

Sendo certo que o contexto português é significativamente diferente do norte-americano importaria não passar ao lado de uma reflexão aberta sobre a profissão que envolvesse também estas ‘questões do ventre’ – como lhes chamaria o politólogo francês Jean François Bayart. O jornalismo e as mudanças em curso dificilmente se analisam com seriedade se não for considerada a precariedade, os salários baixos da maioria dos profissionais, o abuso, por parte de algumas empresas, da figura do estagiário, ou as limitações impostas por uma progressão na carreira que, na esmagadora maioria das situações, só acontece com a assumpção de cargos de chefia.

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