Morto e enterrado (embora talvez ainda de forma prematura) o jornalismo e o seu espaço de acção social começam já a ser (pelo menos em pensamento) retalhados por quem não quer esperar.
Este texto, de Michael Amedeo Tumolillo, é bem exemplo disso; partindo da premissa de que vai haver sempre necessidade de validar a informação disponível, avança possíveis modelos para novos projectos.
“(…) it seems Mr. Web’s advantage is in collecting 1 million dollar bills instead of a single $1 million check. So why not package a journalistic process as a service delivered by people certified as able to perform that process?”
É discutível, claro.
Mas se a ideia anda por aí, os tradicionais prestadores deste serviço precisam de perceber muito depressa o que se passa, não será?