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Archive for the ‘Academia’ Category

Pausa

Pause
O Atrium vai deixar de ser actualizado com regularidade durante algum tempo.
Preciso de me afastar dele (e do Facebook e do Twitter) para concentrar atenções num só assunto.
E vai demorar uns meses.
Volto assim que seja possível.

(Foto de Rafa Puerta, no Flickr)

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A conferência da conferência da IAMCR em 2010 (a realizar em Braga) tem já um site oficial online, uma conta twitter e uma imagem muito cuidada (um trabalho da Paleta de Ideias, empresa que tem um protocolo de cooperação com o DCC da UMinho).

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Na sequência de uma conferência organizada pela BBC College of Journalism acaba de ser divulgada uma compilação de textos de leitura recomendada – The Future of Journalism.

Também a ler (sobre o mesmo assunto):

The End of Fortress Journalism

Noded working – a new way to do journalism?

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20090716_WShop_Infografia_wO Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho promove no próximo mês um workshop dirigido a profissionais de jornalismo e comunicação que tenham experiência ao nível dos gráficos de informação e um domínio básico das suas ferramentas.

O objectivo desta iniciativa, realizada em parceria com a agência Lusa, é “potenciar o uso das possibilidades e das linguagens do meio digital, ao nível da infografia e das narrativas online”.
O curso será ministrado por Aitor Eguinoa (com experiência de trabalho em infografia no El País, El Correo, de Bilbao, e La Nación, de Buenos Aires) e por Xaquin G. V. (La Voz de GaliciaNewsweek e, actualmente, The New York Times, onde trabalha  como Graphics Editor).

A coordenação cabe a Nuno Vargas.

Mais informações: AQUI.

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Polémico o mais recente texto de opinião do académico Robert Picard, publicado no CSMonitor.
O que nos diz?
Muito simplesmente que o salário é a compensação pela criação de valor e, no presente, os jornalistas estão a criar muito pouco. Por isso, defende, deveriam receber menos.
Excertos:

To comprehend journalistic value creation, we need to focus on the benefits it provides. Journalism creates functional, emotional, and self-expressive benefits for consumers. Functional benefits include providing useful information and ideas. Emotional benefits include a sense of belonging and community, reassurance and security, and escape. Self-expressive benefits are provided when individuals identify with the publication’s perspectives or opinions, or when they’re empowered to express their own ideas.
These benefits used to produce significant economic value. Not today. That’s because producers and providers have less control over the communication space than ever before. In the past, the difficulty and cost of operation, publication, and distribution severely limited the number of content suppliers. This scarcity raised the economic value of content. That additional value is gone today because a far wider range of sources of news and information exist.
The primary value that is created today comes from the basic underlying value of the labor of journalists. Unfortunately, that value is now near zero.

[Sugestão original aqui]

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IAMCR-2010 em Portugal

iamcr_homeA International Association for Media and Communication Research acaba de anunciar aos seus membros que a conferência anual da organização, em 2010, terá lugar na Universidade do Minho, em Portugal.
É o seguinte o texto da mensagem:

“IAMCR’s Executive Board and International Council have selected the University of Minho, Braga, Portugal to host IAMCR’s 2010 conference.
Proposed dates are from 18-22 July, 2010.
More details about the Portugal conference will be announced during this year’s conference in Mexico”.

É a primeira vez que a IAMCR escolhe Portugal para receber aquela que é, anualmente, a maior reunião mundial de investigadores em comunicação.

[Post replicando conteúdo apresentado no J&C]

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(Obrigado, André, pelo empurrão 🙂 no post anterior).

Estive uns dias ausente.


Fui a Austin, participar no International Symposium on Online Journalism e, da riquíssima experiência, deixo aqui algumas notas:

1. Vivemos ainda um tempo de experiências, de ensaios, de propostas. O que me pareceu – e isso é algo que considero bastante positivo – é que muitas delas estão já muito mais ancoradas na realidade do que em projecções excessivamente optimistas sobre ‘futuros brilhantes’. Foi muito interessante, por exemplo, perceber que há um modelo de negócio muito particular que funciona num país (a Malásia) mas que a fórmula muito dificilmente se aplicaria a outros mercados. Foi igualmente interessante perceber que a aposta de um periódico colombiano na infografia de grande qualidade está a ter enorme sucesso e – nas condições específicas daquele país – contribui de forma muito relevante para a criação de uma consciência social colectiva [Apresentação de Maria Teresa Ronderos disponível aqui].

2. Definitivamente começa a pensar-se a informação online como algo distinto da informação apresentada no papel / rádio / TV. E, sendo diferente, talvez se deva questionar a avalanche de produção (sobretudo proveniente de gurus e/ou empresas de consultadoria) sobre a fusão de operações ou sobre a chamada integração total. Nunca mais vou esquecer a brilhante apresentação de Torry Pederson, CEO do grupo norueguês VG que – tomando como exemplo a estratégia do seu grupo – nos disse que importa fazer crescer os produtos de forma autónoma (a imagem da cascata com água que corre de forma permanente, sem limites por oposição à garrafa, com conteúdo purificado, num formato fechado, deverá ter sido a mais forte do simpósio para todos os presentes). [Mais sobre a intervenção de Pederson aqui e sobre a estratégia do grupo VG aqui].

3. As mudanças em curso no jornalismo (na actividade mas também na profissão em si) estão a ter efeitos nas redacções; na sua estrutura, na sua organização, nas posições relativas de cada um dos seus elementos, na sua relação com o exterior e na sua relação com a identidade profissional. Nessa, que é também a minha área de interesse pessoal, importará seguir com atenção os contributos futuros de Sue Robinson, Neil Thurman e Chris Anderson (cuja tese de Doutoramento deve ser publicada ainda este ano).

PS: Fotos do simpósio e do encontro iberoamericano de jornalismo digital que teve lugar logo a seguir aqui.

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John Nichols e Robert W. McChesney – que devem lançar ainda este ano o livro “Saving Journalism: The Soul of Democracy” – publicaram, na edição de Abril do The Nation (já disponível online desde o final da semana passada), um texto sobre a  morte e vida do grande jornal norte-americano (assim mesmo, ao contrário do comum, porque a sua proposta é a de um investimento público numa actividade que nos apresentam como sendo de serviço público).
Excertos:

Let’s begin with the crisis. In a nutshell, media corporations, after running journalism into the ground, have determined that news gathering and reporting are not profit-making propositions. So they’re jumping ship.

The place to begin crafting solutions is with the understanding that the economic downturn did not cause the crisis in journalism; nor did the Internet. The economic collapse and Internet have greatly accentuated and accelerated a process that can be traced back to the 1970s, when corporate ownership and consolidation of newspapers took off. It was then that managers began to balance their books and to satisfy the demand from investors for ever-increasing returns by cutting journalists and shutting news bureaus.

We begin with the notion that journalism is a public good, that it has broad social benefits far beyond that between buyer and seller. Like all public goods, we need the resources to get it produced. This is the role of the state and public policy. It will require a subsidy and should be regarded as similar to the education system or the military in that regard. Only a nihilist would consider it sufficient to rely on profit-seeking commercial interests or philanthropy to educate our youth or defend the nation from attack. With the collapse of the commercial news system, the same logic applies. Just as there came a moment when policy-makers recognized the necessity of investing tax dollars to create a public education system to teach our children, so a moment has arrived at which we must recognize the need to invest tax dollars to create and maintain news gathering, reporting and writing with the purpose of informing all our citizens.

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Está já disponível, em formato Open Journal Systems, o documento com as actas da conferência Zon Digital Games 2008.
Há contributos sobre ‘Impactos e Cognição’, ‘Design’, ‘Modelos e Narrativa’ ou ‘Ludicidade e Educação’ e há até um trabalho sobre o perfil e os interesses dos participantes na conferência.
Escreve Nelson Zagalo na introdução:

Ao contrário dos parentes das artes puras (ex. pintura) ou do entretenimento puro (ex. circo),
os jogos digitais tiveram a sorte de surgir numa época abençoada pela tecnologia e como tal não
se limitaram a integrar o saber de cada uma das diferentes áreas mas apresentaram-se como o
elemento que elevaria ao extremo o seu uso. Ou seja, requerendo que cada um dos elementos em
jogo – arte, entretenimento e tecnologia – se superasse a si mesmo para em seguida ajudar a
superar os artefactos de jogos digitais.
E é esta superação que obriga a academia a curvar-se perante o entretenimento e perante a
indústria dos jogos digitais. É de facto uma das indústrias mais avançadas na sua complexidade e
desenvolvimento e ao mesmo tempo das que menos tem feito depender o seu avanço do
conhecimento da academia.

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Encontro sobre Podcasts

Realiza-se na Universidade do Minho, nos dias 8 e 9 de Julho, um Encontro sobre Podcasts.
Diz-se na nota de apresentação da iniciativa que esta “pretende ser um espaço de formação, de partilha e de discussão para todos os que já utilizam podcasts no ensino e para os que pretendam vir a adoptar e explorar esta ferramenta
Organizado pelo Instituto de Educação e Psicologia da UM, o encontro aceita a submissão de comunicações ou posters até ao dia 17 de Abril.

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From Knowledgable to Knowledge-able: Learning in New Media Environments” é o  título do mais recente ensaio de  Michael Wesch, publicado no espaço Academic Commons.
Excerto:

This new media environment can be enormously disruptive to our current teaching methods and philosophies. As we increasingly move toward an environment of instant and infinite information, it becomes less important for students to know, memorize, or recall information, and more important for them to be able to find, sort, analyze, share, discuss, critique, and create information. They need to move from being simply knowledgeable to being knowledge-able.

Nota: Soube pelo Twitter e, apenas no espaço de tempo que levou a escrever este curto texto, o ensaio tinha passado de 197 para 301 page views).

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Escrevi aqui neste blog há mais de três anos sobre as minhas reservas quanto a processos de elaboração de rankings.
Disse, na ocasião, “Não sendo um defensor acérrimo dos rankings (em abstracto) e não sendo ainda defensor de um jornalismo que apenas os publique, aceito muitos dos argumentos apresentados, a propósito de uma realidade que não a do ensino superior, pelo António Granado“.

Mantenho, na essência, esta leitura.

A realidade, porém, é uma de já naturalizada avaliação externa de cursos e de centros de investigação. Os cursos de Ciências da Comunicação foram avaliados, pela última vez, em 2005, e os centros de investigação acabam de ser avaliados pela segunda vez (períodos de quatro anos).

O painel de avaliadores – constituído por Peter Golding (Univ. Loughborough, UK), Cees Hamelink (Univ. Amsterdão) e Else de Bens (Univ. Gent, Bélgica) – atribuíu ao grupo a que pertenço, o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), a avaliação máxima, ‘Excelente’.

Os centros de investigação Labcom (U. Beira Interior) e CIMJ obtiveram a classificação ‘Very Good’.

Três outros centros – CECL (U. Nova de Lisboa), CETAC.Media (U. Porto e U. Aveiro) e CICANT (U. Lusófona) – obtiveram classifcação ‘Fair’ e pediram para ser reavaliados.

Fica aqui o registo, com enorme satisfação, de um resultado que escapa às lógicas centrípetas que nos habituamos a aceitar como inevitáveis.

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Há cerca de três anos, o Berkman Center for Internet & Society, da Universidade de Harvard, publicou um trabalho que viria a ter um impacto significativo nas leituras que se fizeram/fazem do relacionamento entre o jornalismo e os blogs.
Agora, dando seguimento a um projecto sustentado, disponibiliza – mesmo a tempo das leituras de Natal – uma série de contributos, sob a designação genérica “Media Re:Public – News and Information as Digital Media Come of Age“.
Escreve-se na nota de apresentação: “This inclusive conversation should aim to build on the best from all areas — the energy of participatory media and the expertise of professional journalists, the competitive drive of commercial media and the commitment to excellence of public broadcasters, the dedication and deep knowledge of community organizations and advocacy groups and the interests and energy of the public. The Media Re:public project’s research process benefited from a large and varied group of contributors, authors, and interlocutors.”

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