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Archive for the ‘Design’ Category

A República Popular da China celebrou há dias o seu 60º aniversário. As mudanças – sobretudo nas últimas duas décadas – ficam bem visíveis num trabalho infográfico de Nicholas Felton, que Randy Krum descobriu no número de Outubro da Fast Company.
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A conferência da conferência da IAMCR em 2010 (a realizar em Braga) tem já um site oficial online, uma conta twitter e uma imagem muito cuidada (um trabalho da Paleta de Ideias, empresa que tem um protocolo de cooperação com o DCC da UMinho).

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Em Fevereiro deste ano apresentei aqui exemplos de uma tendência que parecia querer ganhar corpo em 2009 – a da disponibilização de versões de sites informativos mais simples e aparentemente mais acessíveis.
Hoje foi conhecida a interpretação que desse tendência faz o USA Today – o News Deck.

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Parece-me que embora seja talvez cedo demais para começarmos a ver nitidamente um conceito de espaço informativo na Web distante das lógicas de funcionamento da Rádio, TV e Imprensa importa, ainda assim, ir assinalando estas iniciativas, uma vez que me parecem ser passos nesse sentido.

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20090716_WShop_Infografia_wO Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho promove no próximo mês um workshop dirigido a profissionais de jornalismo e comunicação que tenham experiência ao nível dos gráficos de informação e um domínio básico das suas ferramentas.

O objectivo desta iniciativa, realizada em parceria com a agência Lusa, é “potenciar o uso das possibilidades e das linguagens do meio digital, ao nível da infografia e das narrativas online”.
O curso será ministrado por Aitor Eguinoa (com experiência de trabalho em infografia no El País, El Correo, de Bilbao, e La Nación, de Buenos Aires) e por Xaquin G. V. (La Voz de GaliciaNewsweek e, actualmente, The New York Times, onde trabalha  como Graphics Editor).

A coordenação cabe a Nuno Vargas.

Mais informações: AQUI.

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20090601_Publico&DN_Europeias_GDIniciada que está a última semana de campanha antes das eleições europeias do próximo dia 7 achei que seria curioso olhar para os sites de cinco jornais diários portugueses – Jornal de Notícias, Diário de Notícias, Público, Correio da Manhã e i – em busca de resposta para duas perguntas:
1. Existe um espaço dedicado às eleições?
2. (só válida em caso de ‘sim’ em 1.) Que oferta está disponível nesse espaço?

Observação:
1.
Jornal de Notícias – Não
Diário de Notícias – Sim
Público – Sim
Correio da Manhã – Não
i – Não

Dos cinco, só dois apresentam espaços próprios. Os restantes aparentam incluir as informações sobre a campanha nas suas áreas dedicadas a acontecimentos relacionado com a política.

2.
Público
A chamada para o espaço aparece no canto superior direito da homepage.
O site é simples, claro e apelativo (um pouco no espírito dos readers de notícias – como o GoogleNews, ou até, como o Skimmer do NYTimes) mas congrega muitas portas de acesso a uma quantidade substancial de informação produzida pelo próprio jornal mas também recolhida na Web e avançada pelos leitores.
Há claramente uma mais valia a salientar – o aparecimento no topo da página de informação gráfica actualizada em permanência com dados sobre as últimas sondagens, e sobre a presença dos cabeças de lista dos dois principais partidos nos media e na blogosfera.

Diário de Notícias
A chamada para o espaço aparece no canto superior direito, embora não de forma tão explícita como no Público (dentro da caixa de especiais e, nela, sob o espaço ‘Política’).
O site parece não ser mais do que um espaço agregador da produção, sem que se perceba qualquer intenção de lhe acrescer valor de forma autónoma. Temos trabalhos como ‘Perguntas e Respostas’, ‘Infografia Europeias 2009’ e, logo depois, as listagens de: inquéritos aos candidatos, notícias, entrevistas, opinião, videos, gráficos e perfil.

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Análise:

a) Parece-me significativo que 3 dos 5 espaços online de diários observados não tenham sequer um site dedicado às eleições europeias.
Parece-me, em particular, muito problemático que o mais novo de todos os projectos, o i, tenha abdicado (também) desta área (daqui a pouco, não lhe sobrará quase nenhuma, pois não?)
Estaremos apenas perante um reflexo do (dito) desinteresse dos eleitores?

b) O site do DN não tem existência própria; ou seja, não foi concebido numa lógica – a da web! Hello!!! – que permita o acesso a leitores que não entrem pela sua home e que os cative independentemente do restante conteúdo. É uma lista, uma espécie de blogroll (longo, muito longo!) o que, nos tempos que correm, é claramente mau.

c) Apesar de alguns problemas – 1) não temos qualquer indicação sobre o método usado para chegar aos gráficos das menções nos media e na blogosfera; 2) a participação dos leitores parece confinar-se aos comentários e ao envio de fotos da campanha – o site do Público é claramente o único concebido de raíz como um produto autónomo; partilha a linguagem gráfica do jornal online mas apresenta algumas diferenças, tem conteúdos com mais valia, tem uma lógica de funcionamento muito própria [mais informação sobre o desenvolvimento deste projecto, a cargo de Paulo Querido, aqui].

A corrida não é grande coisa, é certo, mas o Público já a ganhou…com uma cabazada!

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Visão cómica do futuro dos e-readers…com este Kindle 9XXXD.

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No J&C apresentei já a minha apreciação global sobre o novo jornal generalista, o i‘.
Aqui – seguindo a sugestão de um dos responsáveis pela empresa que ajudou a conceber o jornal, Juan Giner: “Show, don’t tell”) – vou deixar imagens que mostram a enorme semelhança entre o design do diário português e a revista britânica Monocle, lançada há cerca de dois anos.
Compartimentação

Detalhes de paginação (côr / apontadores numéricos)


Nota: O negócio dos jornais vive – como sempre viveu – de permanentes reinvenções; ser original não pode ser nunca um objectivo em si mesmo e copiar fórmulas com sucesso pode até ser sinal de perspicácia.
Apesar disso, sinto que – também nesta área – novo, novo, mesmo novo…o i não é.
E podia ser.

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O pedido de uma colega de trabalho para que lhe fixasse três imagens das homepages de três órgãos de informação nacional e, sobretudo, a reacção que tive depois de as ver levou-me a pensar nesta pergunta – “quem nos dá o ‘lençol’ maior na sua página de apresentação na web?

A imagem (que pode ser vista em tamanho maior aqui) é bem clara. [As imagens foram todas captadas com o Screengrab e foram todas redimensionadas para a mesma largura – 500 pixels – antes de criar o quadro comparativo].
Os últimos são mesmo os primeiros… contrariando a tendência do momento (de maior sobriedade, notória, por exemplo, aqui) o Diário de Notícias bate todos os outros por uma margem substancial…eu diria que quase tem um ecrã a mais do que o Expresso (2º, nesta curiosa ordenação).
A mais pequena é a da Rádio Renascença, seguida pela TVI, RTP e SIC.
Uma outra curiosidade – parece consensualizada em Portugal a noção de que os conteúdos devem aparecer ordenados fundamentalmente em três colunas.

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O projecto do novo diário português, o ‘i‘, tem já um site teaser em torno de uma frase chave – num instante tudo muda.
É possível ouvir respostas de cidadãos comuns e é possível dar – por video ou texto – as nossas próprias respostas a perguntas sobre a economia, sobre a política, sobre a vida. Exemplos: “E se amanhã não houver dinheiro para pagar a sua reforma?“, “E se, de repente, não houvesse mais petróleo?“, “Imagine-se com 80 anos de idade. Quem está ao seu lado?“.
Não há qualquer informação sobre o projecto ou sobre datas de lançamento. Não há sinais de números zero.
É pena (embora se perceba).
Parece-me, apesar disso, promissor.
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[Sugestão recolhida n’O Lago]

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A propósito da história do capuchinho vermelho que aqui apresentei há dias o Nelson Zagalo fez um comentário pertinente; disse que aquilo que eu apresentava como infografia animada seria, para ele, antes um exemplo de ‘motion graphics’, uma vez que “não existe pretensão em comunicar o que quer que seja com a informação gráfica adicional mas apenas gerar significância e redundância num sentido meramente estético“.
Terá razão o Nelson. A informação infográfica surgia, de facto, naquele trabalho, como artefacto estético.
Já reposto e um pedacinho mais sábio – para alguma coisa haviam de servir os blogs! – deixo aqui mais um trabalho do género…um daquele que vai direitinho para a lista ‘quando for grande quero saber fazer disto’.

A crise do crédito…

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[Encontrei a sugestão aqui]

PS: Acrescento a sugestão que aqui deixou o João Bordalo (a quem agradeço) – 27 Visualizations and Infographics to Understand the Financial Crisis

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Mark S. Luckie publicou há dias uma listagem de sites com indicações de auto-aprendizagem para domínimo básico de competências multimédia.

Um listagem útil sobretudo porque agrega.
Agregando, acrescenta sentido (ora aí está uma lição).

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Uma excelente infografia animada de Tomas Nilsson.
A história do Capuchinho Vermelho…contada de forma original.

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20090319_dn_edicaoespecialambientenetO Diário de Notícias tornou-se hoje no mais recente órgão de comunicação do grupo Controlinveste a renovar a sua presença na web (depois de TSF e JN já o terem feito no ano passado).
Para assinalar a ocasião o DN-papel saiu até para as ruas com modificações no seu design gráfico.

Notas de observação:

1. O novo site está a anos-luz do anterior. Isto, em si, não é dizer muito, uma vez que o site anterior do DN vivia ainda mergulhado nos anos 90 mas, ainda assim, a melhoria é de assinalar.

2. O design é sóbrio, a escolha de menus horizontais – a mais comum nos dias que correm – não oferece reparos e a opção pela codificação dos temas com cores – também uma prática generalizada – parece-me a mais adequada.

3. Gosto da repetição dos menus no fim da página (uma necessidade em páginas com mais do que ‘2 ecrãs’) e gosto da uniformidade da linguagem gráfica se alargar às áreas temáticas e também às áreas não jornalísticas do site.

4. Gosto da aposta num carácter visual autónomo para cada uma das áreas e gosto ainda que isso se alargue à forma como os conteúdos específicos se organizam na página de entrada (por exemplo, no Desporto, as classificações aparecem em lugar de destaque mas no Globo isso já dá lugar a uma organização de temas secundários através de uma zona chamada ‘Mapa’ e na Economia a um espaço de maior destaque para a opinião).

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5. Não percebo a lógica de selecção dos assuntos que integram os dois menus. Não há uma clara distinção de níveis, como sucede noutros meios que optam pelo menu duplo. Poderiamos ter, por exemplo, um menu para as funcionalidades e para os espaços ‘extra’ e um outro para os espaços mais próximos da segmentação tradicional dos temas no jornalismo. O que temos é uma amálgama impossível de perceber (pelo menos de forma intuitiva, imediata…a única aceitável em espaços de informação). Temos o Desporto separado do resto do conteúdo informativo e temos temas aparentemente da mesma área nos dois menus (Bolsa e Economia, Gente e Pessoas). Será, de todos, o problema mais grave, porque emerge da própria concepção do site.

6. Não gosto da lentidão no acesso (poderá ter sido causada pela curiosidade da primeia manhã) e não gosto do facto de que, no meu browser (Firefox), as janelas de video e as fotogalerias não aparecem correctamente enquadradas. Não gosto ainda que ao aceder às Galerias a primeira arranque automaticamente (muito pouco ‘user in control‘…esta coisada).

7. Não gostei nada de ter esperado até depois das 11h00 para ver na Home uma informação que não fosse da noite anterior (se excluirmos o tab das ‘últimas’ que será, certamente, alimentado de forma automática por feed de agência). Ou seja, durante quase toda a manhã o site do DN teve uma primeira estática, em claro contraste com os sites de Público e JN, por exemplo (aliás, só por volta das 13h00 é que começamos realmente a perceber alguma vitalidade). Disseram-no que os tempos da primeira estática do DN já lá vão. O que se viu hoje…é que ainda não foram.

8. (imagino que a origem seja a mesma que possibilitou o que foi dito em 5.) Durante toda a manhã foi possível ver na página de abertura uma notícia sobre a morte da actriz britânica Natascha Richardson e na página Pessoas, em lugar de destaque, uma notícia sobre a sua hospitalização. Podemos sempre dizer que se trata de um erro aceitável tendo em conta a mudança em curso mas podemos, de igual forma, dizer que a prática do ‘trabalho para o boneco’ durante algum tempo serve precisamente para evitar que isto aconteça à vista dos leitores (e escrevo isto não sabendo se, no caso do DN, houve esse tempo de trabalho ‘em off’).

9. Nos tempos que correm relegar um espaço de ‘Jornalismo do Cidadão’ para o canto inferior direito da Home é, no mínimo, discutível. Se preferirmos, outro ponto de acesso existe através de um sub-menu da área Opinião (em si, já um sub-menu da Home); ou seja, é quase preciso tirar um curso primeiro…
Se o DN quer apostar nesta vertente – e acharia muito bem que o fizesse – não pode relegá-la para posição de acesso tão miserável. Se não quer – e isso também é defensável  – talvez fosse melhor assumir. O tempo para ‘o cantinho do’ já acabou.

Notas finais:

a. É estranho que a notícia do DN sobre a remodelação do site do DN seja da Lusa.

b. A primeira cacha do site (divulgada, como se disse, depois das 11h00) é uma daquelas notícias “soube o DN” (infelicidade ou sinal de que a adaptação ao jornalismo mais próximo dos cidadãos é ainda um objectivo distante?)

(Uma outra leitura, aqui).

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Banner RIP?

Um acordo entre 27 das maiores empresas de comunicação dos Estados Unidos – representando quase 70 por cento da audiência internet do pais – pode ter sido o primeiro sinal da morte dos banners.
Em sua substituição é proposto um pacote de três alternativas: o painel fixo (336 X 860), a caixa XXL (468 X 648) e o ‘pushdown‘ (970 X 418).
Em comum uma característica – são todos maiores do que as banners que substituem.
Como exemplo, um ‘pushdown’ fechado e, depois, aberto:

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[Sugestão recolhida aqui]

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