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Archive for the ‘Imagem’ Category

Há 70 anos a Alemanha invadia a Polónia e bombardeava Varsóvia e várias cidades polacas. Começava a II Guerra Mundial, um momento único na história, em que a rádio foi o meio de comunicação decisivo. Em Portugal, as emissões da BBC eram a melhor forma de acompanhar o desenrolar do conflito” – assim se dá lançamento a um trabalho de Maria João Cunha, disponível no site da Rádio Renascença.
É um trabalho de grande qualidade, que nos apresenta uma imagem complexa de um espaço, um tempo e um lugar que, durante anos, teve apenas direito à unidimensionalidade que dá corpo a todos os mitos.
A ‘Voz de Londres’ (sobre)viveu nesses anos e foi o que foi – para Portugal mas também para o resto do mundo – porque era, precisamente, fruto da combinação de pressões políticas com vontades e coragem pessoais de muita gente.
O trabalho de Maria João pode muito facilmente ser acrescentado ao grupo daqueles a que recorremos em tempos de dúvida, quando precisamos de dar força à ideia de que o jornalismo cotinua a ser socialmente relevante.

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Declaração de interesses: sou cronista do ‘Página 1‘ (RR) e fui professor da Maria João.

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A conferência da conferência da IAMCR em 2010 (a realizar em Braga) tem já um site oficial online, uma conta twitter e uma imagem muito cuidada (um trabalho da Paleta de Ideias, empresa que tem um protocolo de cooperação com o DCC da UMinho).

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Em Fevereiro deste ano apresentei aqui exemplos de uma tendência que parecia querer ganhar corpo em 2009 – a da disponibilização de versões de sites informativos mais simples e aparentemente mais acessíveis.
Hoje foi conhecida a interpretação que desse tendência faz o USA Today – o News Deck.

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Parece-me que embora seja talvez cedo demais para começarmos a ver nitidamente um conceito de espaço informativo na Web distante das lógicas de funcionamento da Rádio, TV e Imprensa importa, ainda assim, ir assinalando estas iniciativas, uma vez que me parecem ser passos nesse sentido.

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A antecipada corrida aos discos – cujas vendas terão ultrapassado 400 mil cópias na última semana – é apenas um sinal da enorme popularidade do tema ‘Michael Jackson’ por estes dias (e, imagino, por muitos dos próximos, com o funeral, as homenagens, a luta pelo dinheiro, a luta pelos direitos…e a luta pela custódia dos filhos).
As revistas de grande circulação fazem, por isso, naturalmente, de Jacko a sua capa.
A pergunta que se pode pôr nesta situação é a seguinte: qual a melhor?

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A Newsweek opta por nos apresentar ‘ o puto maravilha’, o miúdo que despertou o encanto de muitos e que, por isso e por muito mais, nunca terá chegado a ser miúdo. A Newsweek mostra-nos Michael quando ainda podia ter sido tudo.

A Time – num número especial – apresenta-nos Michael no seu pico; o dançarino exímio, exalando alegria. Michael, o artista, como vamos gostar de o lembrar.

A Q escolha ainda um outro caminho – a última foto (alegadamente…uma das últimas que lhe foram tiradas). É o Michael do fim dos dias, o Michael que se preparava para um ‘comeback’ tão aguardado como temido. É o Michael real, o homem perturbado.

Qual a melhor capa?

(Outros textos sobre capas com Michael Jackson aquiaqui e aqui).

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O meu Michael Jackson

thriller-michael-jacksonCom o Michael Jackson que agora acaba de nos deixar tinha uma relação estranha (um pouco como a que tenho com o Herman José que está prestes a aparecer na TVI) – foi, a dado momento da minha vida (e da dele), alguém que muito admirei e tornou-se, com o passar dos anos, numa caricatura ‘gone bad’ pela qual quase só sentia pena.
Guardarei dele, naturalmente, apenas o melhor.
E, nesse preciso momento, ele chegou a ser insuperável.
O melhor do mundo.

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1122025082_fSerá, talvez, a mais grandiosa festa de mouros contra cristãos do planeta. Acontece em Sobrado (perto do Porto) durante o dia de amanhã. Uma tradição popular que envolve toda a comunidade e que, mesmo para quem já a acompanhou, apresenta ‘mistérios novos’ todos os anos.

Para um S. João diferente, aqui fica a sugestão (detalhes no blog ‘Bugios e Mourisqueiros‘…um projecto pessoal do Manuel Pinto, natural de Sobrado e conhecedor profundo da festa).

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Um dos mais reconhecidos especialistas mundiais na área de negócios dos média, Robert Picard, escreveu há dias (citado neste post de Francis Pisani, que também se recomenda) sobre a crise de empregabilidade no jornalismo.
Alguns excertos:

According to the latest ASNE newsroom employment figures, there are 22 percent more journalists in newspapers than there were in 1977 (43,000 in 1977; 52,600 in 2007). Even granting employment losses of 2,000-4,000 since the last census, employment is still about 18 to 20 percent higher than it was in the 1970s.
If mere numbers of journalists are considered an indicator of quality, the growth of journalist employment from 1970s to 2000 should have made journalism extraordinary in the 1980s and 1990s. No one should have been surprised by the savings and loan debacle, the Soviet Bloc collapsing, the international debt crisis in developing nations , U.S. aid to governments in central America and the Iran-contra affair, child labor in the developing world, the explosive growth of Chinese economy, or rising domestic and international terrorism. But we were surprised and journalists didn’t forewarn us. Obviously, the attention of the rising number of journalists was turned elsewhere.
If you look at newsrooms you can see the problem. Most journalists in newspapers do everything BUT covering significant news. They spend their time doing celebrity, food, automobile, and entertainment stories.
It is not the mere number of journalists that matters; it’s the choices that editors and publishers make about how to use the journalists available to them. Journalists are a crucial resource and how they are utilized has a significant influence on quality. Few newspapers have cut sections or types of coverage, choosing instead to cut throughout the newsroom and not to reassign journalists to the kinds of journalism that matters most to society.

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