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Archive for the ‘Publicações’ Category

A República Popular da China celebrou há dias o seu 60º aniversário. As mudanças – sobretudo nas últimas duas décadas – ficam bem visíveis num trabalho infográfico de Nicholas Felton, que Randy Krum descobriu no número de Outubro da Fast Company.
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Um texto no espaço FreeExchange do The Economist com um olhar curioso sobre as opções de gestão dos media no tempo presente.
Recomenda-se.
Extractos:

I’m actually a little surprised that journalism has not been more aggressive or successful with appeals for government help. (…) But I would have imagined that the press might have been able to win public support for its operations based on the “public interest” role it plays.
One wonders if the effort to spice up copy to compete with online sites by focusing more on horse-race journalism, entertainment news, and tabloid stories, at the expense of quote-unquote serious journalism—investigative reporting and the like—compromised the news business’ ability to argue for such support.

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O que é ‘quebra cíclica’ de rendimentos e o que é ‘quebra estrutural” de rendimentos?

O que é que, na indústria dos media (sobretudo Imprensa escrita), pode ser atribuído à crise global que se vive e o que é que é já efeito certo de uma mudança definitiva no negócio?

O quadro que Ryan Chittum preparou para a CJReview – tomando por base dados públicos, disponíveis no site da NAA – pode ajudar-nos a tentar responder a estas perguntas.

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A agencia de comunicação Evoca, dirigida por Julio Cerezo, iniciou a publicação de uma série de trabalhos sob a indicação genérica cuadernos de comunicación.
O primeiro título disponibilização chama-se “La revolución de la prensa digital” (PDF, 2,81Mb)) e conta com textos de António Delgado, Pepe Cerezo, Juan Varela, Enrique Dans, Ícaro Moyano e Oscar Espíritusanto.

[informação original reconhida no Caspa.tv]

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Buy One Anyway, é o nome desta ‘campanha’ / proposta para ‘salvar’ os jornais 🙂

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(13h21 – Nota: A palavra ‘imagem’ substituiu ‘foto’ no título e também numa das frases do texto na sequência da indicação do António Granado nos comentários)

Em dias como ontem – em que uma imagem marcou a agenda informativa de forma tão esmagadora – o fecho de edição terá sido, por certo, complicado para quem tem responsabilidades nos jornais diários.

Percebe-se na imagem em baixo que:

– alguns optaram por enquadramentos ligeiramente diferentes da mesma acção;

– alguns (o ‘i’, e o CM por exemplo) a circunscreveram a lugar de menor destaque;

– alguns (neste caso, um apenas, o DE) escolheram ilustrar a situação com outra imagem.

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Mas numa situação como estas em que toda a gente se vê quase obrigado a  dar a mesma foto imagem, o que fazer para, apesar disso, o jornal conseguir alguma distinção na banca de venda?

Esmero extra no título de primeira!

E, se só o JN e o JNegócios conseguiram fugir ao uso óbvio da palavra demissão (ou variações), parece-me indiscutível que esta saudável disputa foi ganha, sem margem para dúvidas, pelo JNegócios.
Indicadores tramam Pinho” é, não só, o melhor título do dia mas será, também, certamente, um daqueles que fica a fazer parte do espólio de observadores atentos, estudantes e formadores em Jornalismo.

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A antecipada corrida aos discos – cujas vendas terão ultrapassado 400 mil cópias na última semana – é apenas um sinal da enorme popularidade do tema ‘Michael Jackson’ por estes dias (e, imagino, por muitos dos próximos, com o funeral, as homenagens, a luta pelo dinheiro, a luta pelos direitos…e a luta pela custódia dos filhos).
As revistas de grande circulação fazem, por isso, naturalmente, de Jacko a sua capa.
A pergunta que se pode pôr nesta situação é a seguinte: qual a melhor?

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A Newsweek opta por nos apresentar ‘ o puto maravilha’, o miúdo que despertou o encanto de muitos e que, por isso e por muito mais, nunca terá chegado a ser miúdo. A Newsweek mostra-nos Michael quando ainda podia ter sido tudo.

A Time – num número especial – apresenta-nos Michael no seu pico; o dançarino exímio, exalando alegria. Michael, o artista, como vamos gostar de o lembrar.

A Q escolha ainda um outro caminho – a última foto (alegadamente…uma das últimas que lhe foram tiradas). É o Michael do fim dos dias, o Michael que se preparava para um ‘comeback’ tão aguardado como temido. É o Michael real, o homem perturbado.

Qual a melhor capa?

(Outros textos sobre capas com Michael Jackson aquiaqui e aqui).

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Um cartoon  de John Campbell que nos ‘explica’ como os media (sobretudo a TV) cobrem o desaparecimento dos famosos…

20090625_How the Media Covers a VIPs death

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digitalbritainO governo britânico acaba de tornar público o relatório ‘Digital Britain‘, um plano estratégico com o objectivo de garantir que o país consiga estar na “linha da frente da economia digital”.
O relatório apresenta acções e recomendações para proteger o talento e a inovação nas indústrias culturais, para modernizar as estruturas de rádio e TV e apresenta políticas para maximizar os benefícios sociais e económicos das tecnologias digitais.

[Chamada de atenção recolhida aqui]

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Está a decorrer – entre hoje e amanhã – em Barcelona a conferência ‘Power of Print 2009‘, organizada pela WAN (World Association of Newspapers).
Na sessão de abertura, o responsável máximo da organização, Gavin O’Reilly, apresentou um discurso optimista, centrado num olhar global sobre a indústria.
Excertos:

The simple fact is that, as a global industry, our printed audience continues to grow

That this doom and gloom about our industry has largely gone unanswered is, to me, the most bizarre case of willful self-mutilation ever in the annals of industry (…) And it continues apace, with commentators failing to look beyond their simple rhetoric and merely joining the chorus that the future is online, online, online, almost to the exclusion of everything else. This is a mistake. This oversimplifies a rather complex issue.

Ainda que se percebam as obrigações institucionais de O’Reilly e ainda que seja (também) verdade o que diz não será imprudente optar por este tipo de estratégia; fechar os olhos a tantos elementos de uma realidade que é, certamente, mais complexa do que deixa transparecer o seu discurso?

[Sugestão de reflexão de Rosental Alves, via Twitter]

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IAMCR-2010 em Portugal

iamcr_homeA International Association for Media and Communication Research acaba de anunciar aos seus membros que a conferência anual da organização, em 2010, terá lugar na Universidade do Minho, em Portugal.
É o seguinte o texto da mensagem:

“IAMCR’s Executive Board and International Council have selected the University of Minho, Braga, Portugal to host IAMCR’s 2010 conference.
Proposed dates are from 18-22 July, 2010.
More details about the Portugal conference will be announced during this year’s conference in Mexico”.

É a primeira vez que a IAMCR escolhe Portugal para receber aquela que é, anualmente, a maior reunião mundial de investigadores em comunicação.

[Post replicando conteúdo apresentado no J&C]

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No J&C apresentei já a minha apreciação global sobre o novo jornal generalista, o i‘.
Aqui – seguindo a sugestão de um dos responsáveis pela empresa que ajudou a conceber o jornal, Juan Giner: “Show, don’t tell”) – vou deixar imagens que mostram a enorme semelhança entre o design do diário português e a revista britânica Monocle, lançada há cerca de dois anos.
Compartimentação

Detalhes de paginação (côr / apontadores numéricos)


Nota: O negócio dos jornais vive – como sempre viveu – de permanentes reinvenções; ser original não pode ser nunca um objectivo em si mesmo e copiar fórmulas com sucesso pode até ser sinal de perspicácia.
Apesar disso, sinto que – também nesta área – novo, novo, mesmo novo…o i não é.
E podia ser.

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Um dos mais reconhecidos especialistas mundiais na área de negócios dos média, Robert Picard, escreveu há dias (citado neste post de Francis Pisani, que também se recomenda) sobre a crise de empregabilidade no jornalismo.
Alguns excertos:

According to the latest ASNE newsroom employment figures, there are 22 percent more journalists in newspapers than there were in 1977 (43,000 in 1977; 52,600 in 2007). Even granting employment losses of 2,000-4,000 since the last census, employment is still about 18 to 20 percent higher than it was in the 1970s.
If mere numbers of journalists are considered an indicator of quality, the growth of journalist employment from 1970s to 2000 should have made journalism extraordinary in the 1980s and 1990s. No one should have been surprised by the savings and loan debacle, the Soviet Bloc collapsing, the international debt crisis in developing nations , U.S. aid to governments in central America and the Iran-contra affair, child labor in the developing world, the explosive growth of Chinese economy, or rising domestic and international terrorism. But we were surprised and journalists didn’t forewarn us. Obviously, the attention of the rising number of journalists was turned elsewhere.
If you look at newsrooms you can see the problem. Most journalists in newspapers do everything BUT covering significant news. They spend their time doing celebrity, food, automobile, and entertainment stories.
It is not the mere number of journalists that matters; it’s the choices that editors and publishers make about how to use the journalists available to them. Journalists are a crucial resource and how they are utilized has a significant influence on quality. Few newspapers have cut sections or types of coverage, choosing instead to cut throughout the newsroom and not to reassign journalists to the kinds of journalism that matters most to society.

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O “Inimigo Público”, suplemento humorístico do jornal Público, está, a partir de hoje, online.

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Sob o encapotado 🙂  manto do ‘product placement’ surgem textos importantíssimos como “Governo quer distribuir Pedras Sabores com sabor a legumes nas escolas”.
Mais abaixo, uma das minhas favoritas: “Lisboa vai chamar-se Nova Luanda”. Como diz o outro, se não foi…podia ter sido. Ora, ora!.

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[Parece-me que este aqui, a fugir, é o António Granado…parece-me…]

O video do lançamento – disponível desde ontem – merece ser também visto; é bem português, em todos os aspectos – a noção do planeamento, da reflexão atempada, do teste de possibilidades, da busca da melhor solução possível. Tudo resumido com um dos inícios mais típicos para as frases-pedidos-fora-de-tempo-que-afinal-de-contas-são-quase-todos-os-projectos-e-benfeitorias-nacionais… “era para…

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