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Archive for the ‘TV’ Category

Um cartoon  de John Campbell que nos ‘explica’ como os media (sobretudo a TV) cobrem o desaparecimento dos famosos…

20090625_How the Media Covers a VIPs death

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O meu Michael Jackson

thriller-michael-jacksonCom o Michael Jackson que agora acaba de nos deixar tinha uma relação estranha (um pouco como a que tenho com o Herman José que está prestes a aparecer na TVI) – foi, a dado momento da minha vida (e da dele), alguém que muito admirei e tornou-se, com o passar dos anos, numa caricatura ‘gone bad’ pela qual quase só sentia pena.
Guardarei dele, naturalmente, apenas o melhor.
E, nesse preciso momento, ele chegou a ser insuperável.
O melhor do mundo.

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E tu, quanto ganhas?

É um exemplo de um excesso.
Mas é um exemplo ‘bom’, porque cumpre duas funções: 1ª) mostra-nos que mesmo os mais experientes, ao serviço de uma das empresas com regras mais rigorosas, podem ter um ‘dia não’; 2ª) sendo ‘boa televisão’ é ‘mau jornalismo’.
Durante uma entrevista a um deputado britânico, sobre o muito polémico tema das despesas pessoais pelas quais os membros do parlamento terão pedido reembolso ao Estado, a jornalista da BBC, Carrie Gracie, entra num beco sem saída e vê-se forçada a revelar quanto ganha…
Vodpod videos no longer available.

more about “Video: BBC journalist reveals salary …“, posted with vodpod

[Sugestão recolhida aqui, via Twitter]

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Koniec

Estou a chegar a uma idade em que isto acontece com mais frequência – gente que conheci (amigos pessoais ou da família) e gente que ‘esteve lá’ durante os meus anos de crescimento começa a desaparecer.
Uma vez mais senti essa coisa estranha, quando li que tinha morrido Vasco Granja.
Não sendo nem familiar nem amigo (estive com ele pessoalmente uma única vez, há muitos muitos anos, quando, ainda estudante,  integrei o gabinete de Imprensa do Cinanima) tinha-o como próximo. Era o ‘homem dos bonecos’, o senhor que nos fazia – a mim e ao meu irmão – deixar brincadeiras no jardim para ir ver televisão a preto e branco com sons numa qualquer língua eslava. Ele não punha só os bonecos  no ar; explicava-os, como se nós soubessemos o que dizia. E ainda assim tinha a nossa absoluta fidelidade.
Não sei, francamente, se tenho saudades dos programas do Vasco Granja mas tenho, de certeza, saudades da memória desses tempos…e nela o Vasco terá sempre um lugar.
Koniec.

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Uma previsão que Robert G. Picard havia já feito há anos – a de que haveria um período em que a quebra na circulação e nos rendimentos com o papel não seria equilibrada pelo aumento na visibilidade e nos rendimentos com o online – ganha cada vez mais consistência.
Durante não sabemos quanto tempo as empresas (algumas? a maioria? todas?) poderão ter que recorrer a estratégias de sobrevivência para evitar o colapso.
Um recente estudo do Pew Internet Research Center reforça esta leitura – de 2006 para 2008 o número de leitores de jornais (em papel e online) baixou, nos Estados Unidos, de 43 por cento para 39 por cento.

20090226_pew_mediasourcebygeneration
Enquanto que a Rádio e a TV são ainda meios que, para algumas gerações, mostram sinais de recuperação no mesmo período, os jornais registam perdas em todas (por contrapartida, naturalmente, com a subida registada em todas no online).

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Tecno-vício? Para rir…e pensar

Está disponível na ‘News Network’ do site TheOnion – um espaço humorístico na net  (este aviso pode parecer redundante para a maioria mas a verdade é a sua ausência num qualquer outro post levou recentemente um reputadíssimo semanário nacional a citar como verdade um disparate qualquer do site. Peço desculpa aos avisados; entendam isto como uma mensagem de serviço público) – um video curioso sobre “a mais recente ‘porcaria’ que a Sony nos quer impingir”.
20090211_sonys-new-piece-of-shit
Recomendável a tecno-viciados e a quem não se impressione com linguagem ‘pesadota’.

[Sugestão recolhida no blog de Lloyd Shepherd]

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Michael Rosenblum, ex-jornalista e produtor de video, apresentou esta semana, durante a conferência da Sociedade de Editores do Reino Unido, uma poderosa antevisão do que está em jogo para as empresas jornalísticas de todo o mundo.
Num estilo absolutamente cru (“ninguém aqui nesta sala queria a Internet! Não me digam que estavam nos vossos gabinetes a olhar para os lucros e a pensar ‘porque é que ninguém inventa uma coisa chamada internet’“) Rosenblum conta aos editores britânicos a história dos baleeiros de New Bedford (a Dubai do século XIX) que prosperavam com a venda do óleo de cetáceo e que, quando postos perante a descoberta de petróleo no Texas, optaram por dizer ‘esse não é o nosso negócio, nós somos baleeiros’.

Estavam errados, diz Rosenblum – o negócio não eram as baleias, era o combustível – e o resto, naturalmente, é história; um pobrete chamado Rockfeller aproveitou e os senhores baleeiros perderam todos os seus respectivos impérios.
Recomendo este primeiro excerto, captado por Paul Brasdhaw (os restantes estão seu espaço Vimeo).

Vodpod videos no longer available.
(posted with vodpod)

[sugestão de Amy Gahran no E-Media Tidbits]

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Sinais

Olhares cruzados em tempos de absoluta incerteza…

American Media – On the Brink“, The Economist

Newspapers – a minus-sum game“, BuzzMachine

Apresentação (video) de Clay Shirky na Web2.0 Expo 2008 [daqui]
Excertos:
1. “For a four year old a screen that ships without a mouse is…broken
2. “Media that is targeted for you but does not include you may not be worth sitting still for

The ‘well-hole looking up’ problem“, Common Sense Journalism
Excerto:
“(…) what if the “public,” whoever that is, wasn’t quite as excited about all this technological change and brave new world stuff as we are?

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Hiper-local.
Hiper-qualidade.
Uma pérola.

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Spoonch

Um guia de TV 2.0 em tempo real – assim define Joan Jimenez o Spoonch, um projecto com base no fenómeno Twitter que acaba de ser lançado em (what else?) versão pré-Beta.
Há também um blog de apoio.

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“Your medium is dying”

“There’s being right and there’s being nice” – é com esta frase que termina a advertência feita a Nelson no mais recente episódio dos Simpsons, emitido no domingo passado nos Estados Unidos.
Nelson tinha acabado de dizer a um jornalista do Washigton Post: “Your medium is dying”!.

Encontrei a sugestão aqui.

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Serviço Público

Uma nota breve. Será até mais a partilha de um sentimento.
Acabei de assistir a um magnífico momento de televisão de serviço público que foi também um magnífico momento de televisão.
Ana Sousa Dias entrevistou António Cartaxo, uma das carismáticas vozes da Antena 2, responsável também por um pequeno momento diário, mesmo antes das 10h00, na Antena 1.
Comunicador naturalíssimo, Cartaxo abriu-nos a porta a algumas das muitas experiências de vida que teve. E falou com enorme carinho de um espaço que – muitos anos mais tarde – também eu conheci.
Ouvimos falar do Campo Grande onde se passavam férias ‘longe de Lisboa’, do seu cruzar diário com Mário Soares, da prisão do pai, da ida para Londres, das escapadelas cronometradas, da Strand ao South Bank, para ouvir concertos e ensaios, da forma como um camarada leu – mesmo contra a vontade de superiores – notícias sobre o massacre de Wiriamu, em Moçambique, assim as tendo dado a conhecer, em primeira mão, a muitos portugueses.
Tenho pena que o programa de Ana Sousa Dias tenha sido remetido para horas tão indignas (um mail que enviei à RTP sobre o assunto continua sequer sem uma resposta das debitadas por um qualquer gerador de frases), porque nos dá a conhecer pessoas tão completas. No caso do António Cartaxo – volto a dizer – um comunicador naturalíssimo.
O formato é muito interessante num canal que se diz de serviço público alternativo. A presença do António Cartaxo tornou-o num momento raro de comunicação.

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