Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Conferências’

5º Sopcom

Os últimos dias de preparação do 5º Sopcom foram agitados.
Tão agitados que o blog foi desleixado…e a tal ponto que não me lembrei sequer de aqui deixar uma indicação que fosse.
Ainda que tarde, aqui ficam as ligações:

site do congresso

blog do congresso

feed directo das sessões plenárias (ou aqui para WMP)

Read Full Post »

Convite

Read Full Post »

Videolectures – será que pega?

Um You Tube direccionado para a investigação – é isso que pretende ser o Videolectures.net, um espaço onde se reunem já palestras, excertos de conferências e aulas de algumas centenas de cientistas de todos o mundo (encontrei duas do Tim Berners-Lee, uma do Chomsky e uma de um matemático português).
Não passará de uma experiência, como diz Pablo Mancini, mas não custa nada pensar também nela como sinalizadora de uma tendência (como prefere dizer Daniel Martí Pellón, em cujo Comunisfera encontrei a informação original).

Read Full Post »

Bill Kovach na UM

Com o tema genérico “Novos Media – uma Babel às costas” começam amanhã, dia 27, as X Jornadas do GACSUM (Grupo de Alunos de Comunicação Social da Universidade do Minho).
Este ano, para além de reunirem um lote de convidados de reconhecido mérito e competência nas suas áreas específicas, as jornadas vão também incluír – na quarta-feira, dia 28, às 11h30 – uma conferência (em colaboração com o Clube de Jornalistas) de Bill Kovach, co-autor do livro “Os elementos do Jornalismo”.
Na apresentação que Joaquim Fidalgo fará do conferencista não faltará, por certo, a referência aos (9) “elementos do jornalismo” – aqueles que Kovach considera os ingredientes essenciais para o correcto e adequado exercício da actividade nos tempos de hoje:
1. A primeira obrigação do jornalismo é para com a verdade.
2. O jornalismo deve manter-se leal, acima de tudo, aos cidadãos.
3. A sua essência assenta numa disciplina de verificação.
4. Aqueles que o exercem devem manter a sua independência em relação às pessoas que cobrem.
5. Deve servir como um controlo independente do poder.
6. Deve servir de fórum para a crítica e compromisso públicos.
7. Deve lutar para tornar relevante e interessante aquilo que é significativo.
8. Deve garantir notícias abrangentes e proporcionadas.
9. Aqueles que o exercem devem ser livres de seguir a sua própria consciência.

O programa detalhado das sessões está aqui (todas elas acontecem no anfiteatro do edifício EII, junto ao Instituto de Ciências Sociais).

Read Full Post »

Encontro Multimédia em Coimbra

A licenciatura em Multimédia do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT) promove o seu I Encontro na próxima quarta-feira, dia 28, na Casa da Cultura de Coimbra.
O objectivo será o de reunir profissionais das várias áreas do Multimédia e discutir novas ideias, numa altura em que se tornou evidente o potencial de crescimento da indústria dos conteúdos.
Neste sentido, o desafio é debater as intertextualidades do Multimédia. Os três painéis de convidados centram-se nas seguintes temáticas: O Mercado do Multimédia; e-Conteúdos na Web 2.0; Desafios do Design para o Ecrã.
Mais informações aqui.

Read Full Post »

“Comunicação e Cidadania” em congresso

Comunicação e Cidadania” é a temática escolhida para o V Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM) que se realiza 6 a 8 de Setembro próximo na Universidade do Minho (UM), em Braga.
Nesses dias, serão discutidas temáticas de campos diversos como os da internet, jornalismo, publicidade, relações públicas ou educação para os media.O período normal de inscrições já está aberto e decorre até 30 de Junho, através do site: www.5sopcom.uminho.pt.
O congresso reunirá centenas de académicos, investigadores, formadores e profissionais do campo da comunicação.
Muitos dos investigadores são oriundos de (ou mantêm ainda as ligações a) empresas do campo da comunicação e dos media.

A organização deste evento pertence à SOPCOM e, localmente, ao Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da UM.

Read Full Post »

Steven Lukes na UMinho


O reputado acadmico britnico, Steven Lukes, est amanh na Universidade do Minho, para uma palestra sobre “The Elusiveness of Power” (CPII, Auditrio B1, 10h00).

A iniciativa inaugura o Colquio de Outono do Centro de Estudos Humansticos da UMinho.

Read Full Post »

Devemos tranquilizar-nos ou no?
Os blogs no acabam em 2006 – disse-nos Jos Luis Orihuela durante o 3 Encontro Nacional de Weblogs – mas ser que a afirmao s carrega carcter benigno?
H -disse-nos Jos Luis – algumas certezas confortantes: a publicao pessoal veio para ficar (o gnio fugiu da lmpada), a blogosfera cresce a um ritmo acelerado e o blog tem um propriedade que lhe d um carcter muito flexvel – um meio lquido.
Mas h tambm riscos: a crescente comercializao (que no ser o mesmo que profissionalizao), o aumento do Spam, a oscilante credibilidade o potencial para a canibalizao por parte dos media estabelecidos.

Informaes detalhadas sobre a apresentao de Jos Luis Orihuela disponveis no seu eCuaderno.

Read Full Post »


Com a presena de algumas dezenas de bloggers est j a decorrer, no antigo auditrio da Reitoria da Universidade do Porto, o 3 Encontro Nacional de Weblogs.

Cheguei tarde e perdi-me nas conversa com pessoas que j no via h algum tempo…mas, tendo uma vez mais apreciado as vantagens do e-U, presto j ateno s comunicaes do 2 painel.

Mais se dir quando mais se perceber do que se ouvir…

Informaes actualizadas aqui.

Read Full Post »

Como formar jornalistas

A responsável pelo J-Lab da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, Jan Schaffer, apresentou em Agosto, durante a conferência anual da AEJMC, um texto inquietante sobre o futuro da educação em Jornalismo.
A sua ideia de partida é simples: se o exercício da profissão e os modelos de negócio que o sustentam estão a ser postos em causa porque não devemos pensar em novas estratégias de formação?

I worry that some of the conventions that were used both to define “news” and to safeguard fairness and balance in journalism are being gamed by media strategists for their own ends. The result is a journalism that is not serving the public well – and that the public doesn’t much trust.

A proposta de Schaffer passa por uma alteração de perspectiva:

I think we’re focusing so much on skill set that we’re neglecting to prepare students for the kind of mindset they will need to enter a profession that not only has daily deadlines, but new competition, new products, and hopefully new revenue streams.Tomorrow’s journalists will not only need to scoop the competition on news, they will need to scoop the competition on new ideas for products, niches to be filled, delivery systems to be used and options for making money.

Inquietante, sim senhora.
Encontrei a sugestão aqui.

Read Full Post »

Shift.Lx – inscries

Segundo a informao disponibilizada no site, abrem hoje as inscries para o encontro Shift (Social and Human Ideas For Technology), a realizar em Lisboa nos dias 28 e 29 de Setembro.
Tentei inscrever-me, mas no consegui.
Presumo que seja coisa temporria e nada que nos afaste do essencial – parece-me ser um encontro com enorme interesse, sobretudo pelo apelo que faz troca de ideas entre pessoas de universos distintos.

Read Full Post »

Users-Know-More-than-We-Do Journalism

Antecipando a sua participação na BloggerCon deste ano (de que já aqui falámos), Jay Rosen acaba de publicar o texto que põe a debate, este "Users-Know-More-than-We-Do Journalism".
A sua proposta é simples – se os meios estão disponíveis e se a 'capacidade instalada' para produzir informação de forma alternativa (Open Source Journalism) é cada vez maior, então o que é preciso para que isso aconteça?
O momento – alega Rosen – é este: "I see it as a “put up or shut up” moment for open source methods in public interest reporting".
Numa das muitas respostas ao desafio, Dan Gillmor escreveu:"The answer is absolutely".

Read Full Post »

Conhecimento Aberto, Sociedade Livre

A partir de hoje e até ao dia 30 deste mês a organização do III Congresso Online do Observatório para a Cibersociedade aceita propostas para a constituição de grupos de trabalho.
Sob o título genérico "Conhecimento Aberto, Sociedade Livre" este 3º Congresso seguirá, em termos de orientação genérica, muitas das linhas de investigação já traçadas nas edições anteriores, como se explica na nota hoje divulgada:
"En el congreso del año 2002 insistíamos en lo 'sociocéntrico' de internet/ciberespacio y en que, por ello, el ciberespacio/internet eran arenas de acción social, cultural y, por todo ello, política. En el congreso de 2004, dando esto por sentado, quisimos plantearnos cómo actuaba y como se definía y cómo se podía llevar a la práctica el constructo conceptual de 'sociedad del conocimiento'.Lo que nos planteamos como reto para esta III Edición es continuar esta línea de reflexión. Quizá se trate de darle una respuesta, precisamente, a la pregunta de 2004 (¿Hacia qué sociedad del conocimiento?) o de evaluar una de sus posibles respuestas, la que tiene que ver con las iniciativas 'open', y 'free' (as in freedom), sin dejar de perder de vista ese "sociocentrismo militante" que define al OCS. Estas son algunas de las claves que hay tras la formulación "Conocimiento Abierto, Sociedad Libre" que encabezará el próximo congreso y que el Comité Científico ha expresado en la ya mencionada Línea Editorial".

Read Full Post »

ERC em debate na UMinho – apontamentos

Algumas notas soltas do que consegui apontar durante a tarde de ontem:

Estrela Serrano
"A ideia de regulação presume que algo está ou pode estar desregulado. A experiência mostra que quanto mais fraca é a auto-regulação maior é a tentação para fortalecer a regulação (…) O público é a razão de ser do jornalismo e dos media. A defesa de uma regulação mínima seria mais fácil e mais convincentes se os profissionais garantissem uma melhor gestão de questões éticas e deontológicas. A identificação de um problema como sendo de natureza económica ou como sendo de natureza de política de comunicação não é marginal.
Comunicação como processo social ou comunicação como tecnologia – distinção não surge clara em muitos dos documentos que se elaboram na área (…) A questão ganha redobrada importância com a Internet".

Felisbela Lopes
"Oferta televisiva nos canais privados é monotemática (de entretenimento), alvo de uma constante contra-programação, infractora da grelha anunciada, desrespeitadora dos horários anunciados; No canal de serviço público – constante mutação, sem periodicidade (…) Não nos dêem a Tv que queremos…nós merecemos mais".

Alfredo Maia
"(sobre o projecto de Estatuto do jornalista) densifica os deveres deontológicos dos jornalistas, incluiu um conjunto de deveres sindicáveis, introduz um regime disciplinar com um conjunto de sanções e atribui à comissão da carteira profissional poderes nesta área. Do nosso ponto de vista, esta solução do legislador – uma de co-regulação – é vantajosa, mas importa ter em conta as condições concretas em que o poder disciplinar é exercido. Importa não perder de vista que os jornalistas são trabalhadores por conta de outrem. Independentemente disto, o sindicato vai manter o seu conselho deontológico, no pressuposto do exercício responsável da profissão.
Valorizamos muito a auto-regulação no interior das redacções e, por isso, valorizamos o reforço dos poderes dos conselhos de redacção. Propusemos ao governo que eles passassem a pronunciar-se, com carácter vinculativo, sobre as nomeações para todos os cargos de chefia, que vissem alargada a sua margem de intervenção nos direitos de resposta e que fosse dada mais consistência à sua actuação no plano da deontologia profissional – apreciar a conduta dos seus pares, com pareceres, recomendações.
(Sobre a 'ausência de auto-regulação das empresas') Estamos disponíveis para a criação de um conselho paritário entre representantes dos jornalistas e das empresas.
(Críticas à génese da ERC) O pecado capital está, desde logo, nas alterações produzidas pela revisão constitucional de 2004. A exclusão dos regulados tem como consequência o seu descomprometimento na área da regulação; a nova entidade exclui a sociedade civil e as universidades – é tempo de as chamar a participar neste processo. Não descansaremos enquanto não forem revistas a lei e a Constituição no capítulo que a isto diz respeito".

António lobo Xavier
"Esta – sobretudo esta ERC – não fui eu que pedi.
Em Portugal os media ganharam um poder muito grande, que outros sectores não têm. Os media estão a ganhar – por exemplo à escola – a batalha pela formação, pela socialização das pessoas.

A política é hoje dominada pela presença na comunicação social; a própria selecção dos agentes políticos dentro de cada uma das estruturas (no quadro de uma competição selvagem para lá estarem e lá se perpetuarem…e eu faço parte desse bando sociológico). A campanha eleitoral é única e exclusivamente feita em obediência à presença e disponibilidade dos jornalistas. Isto especialmente quando a política já não é para elites – eu não vou dizer nomes, mas pessoas que “falam difícil” jamais serão líderes ou candidatos a líder.
O outro problema que vejo é o da concentração; adaptação de uma estrutura operacional a vários órgãos de comunicação social. É uma tendência que vem de todos os outros sectores da economia. Isto é apresentado como sendo um mal. Acho que ela precisa de ser controlada, mas ela não traz males ao jornalismo…talvez traga aos jornalistas.
O problema do pluralismo é muitas vezes uma fachada para disfarçar outras coisas. Se virmos com atenção, todos os partidos estão em todo o lado, falando a jornalistas de várias origens políticas. O problema moderno é um problema de conformação social através de agendas escondidas. Não haveria mal nenhum se houvesse um jornal de referência mais fiel a cada partido político. O pluralismo formal serve para disfarçar as orientações, os alinhamentos, as preferências que aparecem diluídas e disfarçadas.

Não acho, por isso, que é necessária uma autoridade com as características da ERC.
Sou partidário de uma regulação pelo mínimo.
É uma entidade – em termos de lei – trágica
".

Read Full Post »

Older Posts »