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Posts Tagged ‘Jornalismo Online’

Esta é a pergunta de partida para o novo blog de Paul Bradshaw (o homem que já nos trazia o tão interessante ‘Online Journalism Blog’). Chama-se ‘Journalism Enterprise‘ e propõe-se, com a colaboração de quem estiver disponível, ir apresentando uma leitura do momento de vários dos projectos jornalísticos que nasceram na web e se dizem de um outro tempo.
A ficha de leitura é sempre a mesma, o que permite algum grau de comparação entre eles.
As perguntas para as quais é preciso encontrar resposta são as seguintes:
– o que eles dizem que são?
– o que eu digo que eles são?
– o seu melhor?
– o que podia ser melhor?
– como pretende financiar-se?
– devo prestar atenção ao que fazem?

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Paul Bradshaw apresenta-nos a quarta parte de uma série de posts sobre o futuro das redacções – From ‘news that sells’ to ‘news that moves’.
Imprescindível.

A série completa aqui.

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Atlas do jornalismo online

Criado nos primeiro dias deste mês de Dezembro, o Online Journalism Atlas é um wiki onde podem ser percebidas imagens do estado da situação em vários países do mundo (escapando assim a uma observação demsiado centrada no eixo anglófono).
Paul Bradshaw, o impulsionador da ideia, já recolheu seis ‘testemunhos’, um deles sobre o Brasil.
Alguém se oferece para fazer o português?

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Online salvation?

O mais recente número da American Journalism Review destaca um texto de Paul Farhi (Washington Post) sobre a aposta dos media no online. Nele se apontam alguns sinais de cuidadoso cepticismo…

But even if the newspaper industry continued to lose about 8 percent of its print ad revenue a year and online revenue continued to grow at 20 percent a year – the pace of the first half of 2007 – it would take more than a decade for online revenue to catch up to print. Journalists, or indeed anyone with an interest in journalism, had better pray that doesn’t happen. Because online revenue is still relatively small and will remain so even at its current pace, this scenario implies years of financial decline for the newspaper industry.

Mais uma nota de prudência – Online news ‘failing to meet demands of the audience’

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P@net muda para melhor?

O Público tem cara nova na Net.
Será o que se esperava?
Será?
Para já, assinala-se apenas a mudança…

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Publicidade online passa jornais em 2011

Internet advertising is expected to become the largest ad segment in 2011, surpassing newspapers

A previsão até pode muito bem ser descartada como mais uma flechada futurista de alguém com vontade de ser citado.
Mas se assim fizermos podemos estar a dar-lhe menos valor do que merece.
A empresa que apresentou este cenário, a VSS (Veronis, Suhler, Stevenson) é uma firma de capital de risco que, desde 1987, investe sobretudo na área dos Media. Já apostou em mais de 50 companhias e já participou, através delas, em 220 operações de aquisição, movimentando fundos próprios de quase três mil milhões de dólares.
Como diria o outro, o negócio destes senhores é números…e se até eles (agora) também dizem…

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Redacção multimédia do NYTimes

O NYTimes prepara-se para ter uma nova redacção.
plano aberto (com mobiliário que garante alguma privacidade) e sinais muito expressivos de convergência de meios (‘Supervisors’ no centro, ‘Multimedia’, ‘Photos’ e ‘Webvideo’ bem perto do centro e ‘AP TV’ com um espaço substancial).
Vale a pena ler o texto que escreveu este fim de semana o La Nacion sobre a mudança em curso naquele jornal.

Correcção (06.06.2007): Com este post – porque me esqueci de confirmar a informação – enganei quem me lê. Peço desculpa. Embora o La Nacion fale, de facto, das mudanças no NYTimes, a planta que aqui se apresenta é a da Associated Press, tal qual como foi tornada pública em meados de Maio no Editors Weblog.
Infotendencias já corrigiu e eu faço agora o mesmo.

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A inquietao de partida ter sido a mesma da que deu origem ao Wripe – a quem podemos confiar a tarefa de escolher a informao de qualidade? – embora a busca no tenha, para j, levado os responsveis por este novo projecto – o News Trust – a abandonar os ditos media tradicionais.
O News Trust (“o nosso guia para o bom jornalismo”) existe ainda em verso beta e s dever estar em velocidade de cruzeiro em 2007.
A apresentao indica-nos que o projecto tenciona ser bem mais do que um sistema de ‘classificao por popularidade’ e isso constitui, em si, motivo suficiente para acompanharmos os seus primeiros passos.

Our members rate the news online, based on journalistic quality, not just popularity. Our beta website and news feed feature the best and the worst news of the day, picked from hundreds of alternative and mainstream news sources.
This non-profit community effort tracks news media nationwide and helps citizens make informed decisions about democracy. Submitted stories and news sources are carefully researched and rated for balance, fairness and originality by panels of citizen reviewers, students and journalists. Their collective ratings, reviews and tags are then featured in our news feed, for online distribution by our members and partners.

Cheguei informao atravs do portal AlterNet.

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News Sniffer

Existe h j algum tempo (desde Setembro, creio) mas s agora encontrei este News Sniffer, um espao onde se registam as vrias verses que uma notcia vai tendo numa edio online e onde se rastreia tambm a excluso de comentrios feitos.

Parecer-me-ia uma ideia interessante se a perspectiva fosse a de tornar mais transparente o processo continuo de tratamento profissional da informao (e, dessa forma, revelar claramente o que o distingue de desempenhos amadores ocasionais).
Mas duvido que assim seja, at porque o seu propsito principal parece ser: “to monitor corporate news organisations to uncover bias“.
uma pena que seja s isso – um desperdcio.

Comentrio no blog dos editores da BBC (uma das empresas que o News Sniffer ‘vigia’).

Recolhi a informao no Cyberjournalist.net.

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Blog – a palavra que ia ser feia

A no perder este delicioso texto de Nicholas Carr sobre a palavra feia que nos persegue – Blog.
Um hino ao inexplicvel.
Uma nota de esperana para todos os ‘bloglines-aditos’ (como lhes chama o Jos Luis) por esse mundo fora…

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Pblico online repensado

Ainda que com atraso acho relevante assinalar aqui a mudana operada pelo Pblico na sua estratgia de presena na net.
Antes de tudo o mais, importa aplaudir o esforo de quem internamente desde sempre lutou por uma postura mais dinmica do jornal na net.

A deciso de fechar o acesso ao jornal do dia foi errada (era-o na altura e isso s se tornou mais grave com o passar do tempo) e a ausncia de ‘valor-acrescentado’ significativo (a somar s falhas do servio em HTML) no dava nem dimenso nem coerncia ao ‘produto’ pago.

A mudana agora operada – no sendo radical – parece-me um passo no bom sentido.
Reabre-se o acesso ao contedo (exceptuando editoriais e artigos de opinio) do jornal do dia e simplifica-se a oferta. O acesso gratuito ao contedo dirio garante o regresso do jornal a algumas das discusses que ocorrem na net e a clarificao da oferta s pode trazer vantagens. A adio de um novo servio – o Pblico Digital – um verdadeiro avano, mesmo no sendo uma opo original no contexto nacional (e sendo que o outro exemplo, o desportivo A Bola, existe em acesso com registo, mas gratuito).

Notas de reserva:

– o preo da assinatura parece-me alto (50 euros por ano) mas mais estranho ainda parece-me o preo da assinatura em PDF (150 euros), tendo em conta os recursos agora disponibilizados pelo Pblico-Digital;

– uma’aco de promoo’, como a abertura do acesso ao Pblico Digital durante um perodo curto de tempo, parece-me uma necessidade;

– no sei se as ligaes para textos da edio do dia vo ser permanentes (imagino que a resposta possa ser negativa, uma vez que interferiria com a opo paga de acesso a arquivo), mas era importante que o fossem.

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As tecnologias e EU

A directora da MIT Initiative on Technology and Self, Sherry Turkle – cujo ttulo mais conceituado Life on the Screen: Identity in the Age of the Internet (originalmente publicado em 1995) – deu uma curta mas muito carregada entrevista New Scientist onde retoma uma das suas ideias transversais, a dos efeitos socialmente negativos da existncia virtual:

For some people, things move from “I have a feeling, I want to call a friend” to “I want to feel something, I need to make a call”. In either case, what is not being cultivated is the ability to be alone and to manage and contain one’s emotions. When technology brings us to the point where we’re used to sharing our thoughts and feelings instantaneously, it can lead to a new dependence, sometimes to the extent that we need others in order to feel our feelings in the first place.

Our society tends toward a breathless techno-enthusiasm: “We are more connected; we are global; we are more informed.” But just as not all information put on the web is true, not all aspects of the new sociality should be celebrated. We communicate with quick instant messages, “check-in” cell calls and emoticon graphics. All of these are meant to quickly communicate a state. They are not meant to open a dialogue about complexity of feeling. Although the culture that grows up around the cellphone is a “talk culture”, it is not necessarily a culture that contributes to self-reflection. Self-reflection depends on having an emotion, experiencing it, taking one’s time to think it through and understand it, but only sometimes electing to share it.

Perante muito do tecno-optimismo que encontramos (e que parece espalhar-se como um vrus) as palavras de Turkle at faro sentido. Tero, no mnimo, a capacidade de nos deixar em estado de alerta permanente.
Mas importar tambm (o tal estado de alerta permanente) no cair no extremo oposto e, a esse propsito, recomenda-se a leitura do texto crtico de Julio Meneses Naranjo.
Encontrei a sugesto no blog de Adolfo Estalella.

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O Expresso online apareceu-nos, no incio deste ms, de cara lavada, com uma nova organizao de espaos e temas e com um visual que tem algumas virtualidades relativamente ao anterior.

Ter tambm os seus problemas – 1. pessoalmente continuo a no gostar de pginas de entrada to cheias e com exigncias de leitura visual vertical e horizontal (mas nisso, o ‘novo‘ Liberation tambm anda por caminhos idnticos…e eu gosto mais assim, assim, ou – sobretudo – assim); 2. acho igualmente que no funciona a incluso de janelas com contedo que se percorre de forma diferenciada do da pgina (o servio de notcias SIC) – mas percebe-se a tentativa de comear a pensar a oferta online de forma estruturada e independente do semanrio em papel.
E isso um passo significativo.

Escrevo, porm, este post porque em lugar de destaque nas barras de menu horizontal e vertical aparece um entrada para ‘blogues’.
Clicando chegamos ao ‘Blogue da Direco do Expresso’, que se apresenta da seguinte forma:
“Estamos sempre dispostos a reconhecer os nossos erros, mas no a esconder dos nossos leitores aquilo que sabemos que verdade s porque isso convm politicamente a estes ou aqueles”.
Clicando de novo vemos – pelo menos at hoje – o primeiro e nico post disponvel, onde algum que se identifica como ‘admin‘ escreve um texto sobre a razo que o semanrio diz ter na questo da sada de Freitas do Amaral do Ministrio dos Negcios Estrangeiros.
O referido texto intitula-se “Cumprir as regras”.

Ora, pior comeo para um blog da Direco de um semanrio prestigiado que decide apostar de forma mais visvel na sua presena na net no podia haver.
Nada neste novo espao nos indica que o Expresso est a ‘cumprir as regras’ da blogosfera. Pelo contrrio. A primeira entrada assinada por um annimo (ou annima) e o texto de abertura no nos explica nada sobre os objectivos do blog ou sobre a sua atitude relativamente interaco com os outros. Ou melhor, se calhar at explica, mas presumo que no fosse isso o pretendido. O que nos diz que as pessoas com responsabilidade no Expresso no percebem o que um blog e deconhecem a sua linguagem prpria e alguns dos cdigos de conduta entretanto consolidados.
Funcionam – ou mostram-nos isso com a sua abertura vociferante – como se o blog pudesse servir apenas de espao alternativo para as notas editoriais. E isto, naturalmente, no registo “ns dizemos, vocs ouvem”, com tudo o que isso nos transmite sobre o seu entendimento da net.
Tsss, tsss, tsss…

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Users-Know-More-than-We-Do Journalism

Antecipando a sua participação na BloggerCon deste ano (de que já aqui falámos), Jay Rosen acaba de publicar o texto que põe a debate, este "Users-Know-More-than-We-Do Journalism".
A sua proposta é simples – se os meios estão disponíveis e se a 'capacidade instalada' para produzir informação de forma alternativa (Open Source Journalism) é cada vez maior, então o que é preciso para que isso aconteça?
O momento – alega Rosen – é este: "I see it as a “put up or shut up” moment for open source methods in public interest reporting".
Numa das muitas respostas ao desafio, Dan Gillmor escreveu:"The answer is absolutely".

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