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The Internet is making us stupid

Cass Sunstein, professor de Direito na Universidade de Chicago, numa entrevista ao Salon.com, a propósito do lançamento do seu livro “Republic.com 2.0 – Revenge of the Blogs“:

I think it’s a very firm part of human nature that if you surround yourself with like-minded people, you’ll end up thinking more extreme versions of what you thought before. So this group-polarization thing is robust — it’s been found in lots of different countries, and it’s just in the nature of most people to do this.

Apanhado no Brijit.com

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Indústrias Culturais em livro


Uma série de posts de um dos mais bem escritos blogs nacionais deu num livro.
Tinha que ser.
Para benefício dos incondicionais e para surpresa de novos públicos.
Indústrias Culturais. Imagens, valores e consumos“, editado pelas Edições 70, é apresentado no próximo dia 25, pelas 19h00, na livraria Almedina, em Lisboa (Saldanha).
Parabéns ao Rogério Santos.

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Convite

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O fim da Rádio – II

Nem de propósito.
Depois do post anterior faz todo o sentido mencionar aqui um estudo recente produzido pela empresa Bridge Ratings, nos Estados Unidos.
Nele se indica que a chamada ‘geração Y’ (nascidos entre 1980 e 1993) tem um consumo de produtos mediáticos muito mais substancial do que gerações anteriores e que isso acontece, sobretudo, por causa da sua aptência para a multi-tarefa.
A geração referida (e, adiantaria eu sem grande receio, todas as seguintes) concilia sem dificuldade (aliás, parecem não saber fazê-lo sequer de outra forma) a utilização de vários suportes, dividindo atenções, em simultâneo, por exemplo, entre o trabalho para a escola, a música, o telefone móvel e uma conversa online.
O curioso do estudo – e daí a relevância tópica – é o facto de apontar a escuta de rádio com uma das actividades que mais atrai este tipo de jovens.
Ouvir rádio há muito que deixou de ser uma actividade exclusiva. A rádio aprendeu a conviver bem com a perda do monopólio de atenção e tem, por isso mesmo, uma natureza muito fluida – ideal, pelos vistos, também para os novos tempos e os novos consumos.
Se se confirmar que assim é, a rádio até poderá bem ter que mudar…mas não desaparece tão cedo.

Informação recolhida num artigo da eMarketer.

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Como viver num mundo sem ordem?

David Weinberger é, claramente, alguém que eu descobri com maior facilidade porque perco horas a mais na web.
Ouvi falar dele em inícios de 2003, quando o seu livro “Small Pieces Loosely joined – for a unified theory of the web” estava ainda fresco. É um livro (encomendei-o, claro) muito curioso porque nos abre portas para uma densidade sem nunca a confrontar. O facto de ser escrito num tom muito leve, muito simples, não pode, porém, afastar-nos do essencial – a ideia de que a web é um espaço mais próximo de nós e menos próximo do mundo que para nós ordenamos (as páginas sobre a forma como surgiu o sistema de catalogação de livros para as bibliotecas é deliciosa).
Com o seu segundo livro (pode ser terceiro, se contarmos a co-autoria de “Cluetrain Manifesto“)- acabado de apresentar (e para o qual fui alertado pelo Contrafactos&A) – “Everything is miscellaneous – the power of the new digital disorder”, Weinberger tentará levar este seu argumento um pouco mais adiante:

(excerto do primeiro capítulo)
We have entire industries and institutions built on the fact that the paper order severely limits how things can be organized. Museums, educational curricula, newspapers, the travel industry, and television schedules are all based on the assumption that in the second-order world, we need experts to go through information, ideas, and knowledge and put them neatly away.
But now we—the customers, the employees, anyone—can route around the second order. We can confront the miscellaneous directly in all its unfulfilled glory. We can do it ourselves and, more significantly, we can do it together, figuring out the arrangements that make sense for us now and the new arrangements that make sense a minute later. Not only can we find what we need faster, but traditional authorities cannot maintain themselves by insisting that we have to go to them. The miscellaneous order is not transforming only business. It is changing how we think the world itself is organized and—perhaps more important—who we think has the authority to tell us so.

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34 % dos americanos usam Wireless

Um estudo recente do Pew Internet and American Life Project revela que 34 por cento dos inquiridos diz ter já acedido à net por uma ligação wireless (a partir de casa, do emprego ou de outro local).
Quase 20 por cento destas pessoas têm ligações wireless em casa.
Os dados parecem indiciar que falamos de um grupo (sobretudo homens) com rendimentos acima da média, formação acima da média e idades compreendidas entres os 18 e os 49 anos.
Portugal continua, parece-me, a distanciar-se substancialmente. O Relatório da UMIC relativo a 2006 indicava, recorde-se, que apenas 35 por cento dos lares nacionais tinha ligação à rede (uma evolução de 4 por cento relativamente a 2005) e que só 7 por cento desses lares teriam ‘outra ligação wireless de banda larga’.
Bem sei que um dado não pode ser comparado com o outro (importaria sempre apreciar o uso do wireless também no emprego e também com aparelhos móveis)  mas creio ser sintomático que esta quantificação nem sequer seja ainda considerada relevante a ponto de se autonomizar num relatório sobre a Sociedade da Informação no país.
O fosso digital será, naturalmente, mais uma sucessão de valas…e Portugal está a ficar preso numa delas.

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Multitasking e uso dos media

Um estudo da Kaiser Family Foundation sobre a incidncia da multi-tarefa na vida dos jovens norte-americanos adianta os seguintes resultados (principais):

1. A TV o meio menos permevel multi-tarefa. O computador o meio mais permevel multi-tarefa. Na maioria dos casos em que os jovens esto a ver televiso no esto a fazer mais nada, mas quando esto a usar o computador esto envolvidos tambm noutras tarefas (jogos, visionamento de sites na net, uso de sistemas de mensagens);

2. A TV acolhe maior ateno focada do que a leitura.

3. Os jovens esto mesmo a fazer outras coisas quando dizem que esto no computador a fazer tarefas escolares (50% do tempo usado para fazer TPC’s no computador usado tambm para ouvir msica, usar IM ou ver televiso).

O estudo baseia-se na observao dos hbitos de quase 700 jovens, com idades compreendidas entre os 8 e os 18 anos, ao longo de um perodo de uma semana.

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