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Posts Tagged ‘Weblogs’

Esta é a pergunta de partida para o novo blog de Paul Bradshaw (o homem que já nos trazia o tão interessante ‘Online Journalism Blog’). Chama-se ‘Journalism Enterprise‘ e propõe-se, com a colaboração de quem estiver disponível, ir apresentando uma leitura do momento de vários dos projectos jornalísticos que nasceram na web e se dizem de um outro tempo.
A ficha de leitura é sempre a mesma, o que permite algum grau de comparação entre eles.
As perguntas para as quais é preciso encontrar resposta são as seguintes:
– o que eles dizem que são?
– o que eu digo que eles são?
– o seu melhor?
– o que podia ser melhor?
– como pretende financiar-se?
– devo prestar atenção ao que fazem?

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Sete anos

O blog Ponto Media, um dos mais antigos blogs portugueses e seguramente o primeiro dedicado às questões dos media, fez ontem sete anos.

É já um caminho longo, feito de milhares de sugestões de leitura e de alguns apontamentos pessoais, num formato que não sofreu grandes alterações. Simples e sólido. Transparente. Um exemplo.
Parabéns, António.

PS: Seria bom ver regressar à luz (actualizada, talvez) aquela que foi, em 2002, a primeira tentativa de fazer um registo da presença dos media nacionais na web.

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Blogs? O que são? Simples

Já existem há mais de cinco anos mas são ainda novidade para muitos – os blogs.
Para audiências que nunca ouviram falar do formato, uma sugestão:

Naturalmente, podem não ter ouvido falar de blogs…mas precisam de saber inglês 🙂 (até que alguém se dê ao trabalho de inserir legendas ou dobrar isto…).

Encontrei a sugestão no Jornalismo&Internet

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Blogosfera em 2007

Uma das ‘tradições’ de Natal/Fim de Ano volta a cumprir-se; o Memória Virtual começou ontem a sua série de posts ‘Blogosfera em…‘ (desta vez, em 2007).
Parabéns, uma vez mais, ao Leonel Vicente pela persistência, pela dedicação…e por assim ajudar a desmentir as efabulações de João César das Neves 🙂

Para os mais interessados, vale a pena passar os olhos nos trabalhos referentes a 2003, 2004, 2005 e 2006.

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Indústrias Culturais em livro


Uma série de posts de um dos mais bem escritos blogs nacionais deu num livro.
Tinha que ser.
Para benefício dos incondicionais e para surpresa de novos públicos.
Indústrias Culturais. Imagens, valores e consumos“, editado pelas Edições 70, é apresentado no próximo dia 25, pelas 19h00, na livraria Almedina, em Lisboa (Saldanha).
Parabéns ao Rogério Santos.

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Um post, um desejo, uma comunidade

Por iniciativa de um grupo de bloggers alemães foi posta em movimento uma campanha apelando à mudança de regime em Myanmar. A ideia será de que, hoje, dia 4 de Outubro, blogs aderentes publiquem apenas um post com a mensagem ‘Free Burma’.

Mais informação aqui.
Blogs sobre Myanmar (Birmânia) aqui.
Flickr group aqui.

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Prémios para blogs

A existência de cada vez mais prémios para blogs pode ser entendida como (mais um) sinal da adaptação do uso do formato a regras e códigos de comportamento social perfeitamente estabelecidos no ‘mundo exterior’. Será, nesse sentido, também evidência de que a separação de ‘mundos’ pode ser, em muitos casos e para muitas pessoas, uma semi-falácia. Os prémios – parece-me – são tão mais relevantes quanto mais próxima está a presença online de um indivíduo daquela que é a sua presença no mundo físico.
Ficam aqui três exemplos recentes que não são, em todo o caso, semelhantes em dimensão e natureza:

1. BOB’s – talvez o mais reputado prémio internacional de blogs, promovido pela Deutsche Welle (existe uma categoria para língua portuguesa mas as votações do público estão já fechadas);

2. Melhor Blog Português 2007 – uma iniciativa em curso, impulsionada pelo Rui Costa do 2.0 Webmania (com categorias temáticas e um formulário de votação que pode, numa fase seguinte, permitir aos responsáveis apresentar um trabalho interessante sobre a composição do universo de votantes);

3. Super Bock Super Blog Awards – uma legítima acção de promoção de uma marca (embora me pareça desadequado que só seja permitida a votação a quem estiver pré-inscrito no site).

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A questão que Jeff Jarvis levanta num dos seus últimos posts é pertinente e não sei se há uma resposta clara para ela: devem as empresas jornalísticas fortalecer a marca, integrando nela toda a sua produção (audio, video, texto, infografia, blogs, fóruns, etc.) ou devem optar por criar um sistema integrado de marcas autónomas, cada uma com o seu nicho e cada uma ‘naturalmente’ adaptada ao espaço em que existe?
Vem isto a propósito dos blogs ligados a jornais que – diz Jarvis – não são um grande sucesso…porque estão em sites de jornais:

I think that if newspapers are going to blog, they should have lots of blogs at lots of addresses, lots of people creating lots of brands. And this also means that they must be written in the human voice of the person, not the cold voice of the institution. And, while we’re at it, this means that they must join in and link to other conversations; that is they only way they will spread and grow, not because they live six clicks deep into a giant newspaper site.

Já agora, sobre o mesmo tema de fundo – a marca – aconselho a leitura deste texto de Howards Owens.
Excerto:

On the web, it’s a mistake, I think, to rely on brand. Brand, in fact, may be absolutely meaningless. What is more important is A) utility; B) an easy to remember and type domain name. Get those things right and success is much easier to obtain.

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Blogosfera plural?

A mais recente edição da Business Week apresenta um dossier especial sobre a Web 2.0, com o título genérico “Children of the Web”. Vale a pena passar os olhos nos slideshows mas vale também a pena observar com atenção uma infografia que nos apresenta as trinta mais activas cidades na blogosfera (com base em informação do Feedburner).

Facilmente se percebe que só quatro cinco dessas cidades são na Europa (Madrid é uma delas, como indica a Tiscar Lara) mas facilmente se percebe também que mais de 76 por cento da blogosfera considerada para o efeito fala uma só língua, o inglês. Mais ainda – 60 por cento dela está circunscrita a um país, os Estados Unidos.

Importa ter isto bem presente sempre que sentimos a tentação de encher a boca com palavras fortes sobre a blogosfera.

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Congresso da WAN – cobertura blogger

Termina já amanhã, na Cidade do Cabo, o congresso da WAN (World Association of Newspapers) que acontece em simultâneo com o World Editors Forum.
Numa das sessões falou-se da integração de redacções, numa outra falou-se de complementaridade entre a produção para o papel e a produção para o online.
Dois bloggers estão a apresentar posts diários com base na sua leitura dos acontecimentos de cada dia de trabalhos:

Media in Transition, de Vincent Maher

Matthewbuckland.com

As fotos estão a ser agregadas num grupo do Flickr.

Informação recolhida aqui.

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A cada jornalista o seu blog

O blog de Howard Owens é de visita recomendada.

Três razões (retiradas de outros tantos posts recentes) todas elas em torno da necessidade de uma nova postura do jornalismo e dos jornalistas:

I want print journalists to GET the web. I want them to understand how the web is different. I want to cure them of their tone deafness to the conversation going on around them.
If you blog in the way blogging is meant to be done, you’ll realize these benefits.
The more journalists who get the web, the better our chance, as an industry, at survival.

Every newspaper web site should do this: Start a blog about local blogs.

It is frustrating to watch people sit around and wait for somebody to teach them.
(…) I think its important for all journalists to take responsibility for their own careers and learn all they can about online content production.
So, my question is, is it worth it for a company to invest time and money to train people who aren’t willing to train themselves?
I mean, the people who invest in themselves are the ones most likely to master the skills necessary to do great work.

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Ponto de ordem

Estive quase um mês ausente da escrita neste blog.
Já não é a primeira vez que isso acontece e não será a última.
Há dias, num debate na RTPn, conversava-se sobre a eventual profissionalização dos blogs e eu – que estranho, eu, num papel conservador! – dizia a quem me quis ouvir que não aceitava esse como ‘o caminho natural’.
E aqui está a singela base para a minha argumentação.
O Atrium, que ora tem três posts num dia, ora não tem nenhum durante quase um mês é um espaço que não se enquadra – assim como está – em nenhuma lógica comercial. Não estaria à altura dos gráficos, dos objectivos e dos estudos de mercado.
E penso que está bem assim.
Admito que a caminhada no sentido da profissionalização possa ser trilhada por alguns blogs, mas isso aproxima-los-á, forçosamente, de enquadramentos – legais e comerciais – que estão já bem definidos para outros espaços e formatos (a edição discográfica, a edição livreira, a publicação jornalística, por exemplo).
A quem não se sente atraído por nada disso, o sentimento de culpa pela não publicação, ainda assim, mói.
Mas aguenta-se.
E também isso eu poderia identificar como uma marca distintiva dos blogs – a liberdade de avançar de forma errática…como fazemos na vida.

PS: Já que estamos a falar de mim, deixo o link para as respostas que dei ao Miniscente, no âmbito da série ‘mini-entrevistas’ (sou o nº 149).

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‘Novo’ Intermezzo

O Intermezzo mudou de endereço – está agora alojado na plataforma WordPress e escolheu para si uma designação mais elíptica: http://www.imezzo.wordpress.com

Depois de mais de quatro anos, a equipa encabeçada pela Daniela Bertocchi achou que estava na hora de experimentar algo de novo. O design está mais límpido e mais fresco.
Muda-se o espaço, mas não o carácter do blog, que se mantem como uma referência para quem anda próximo do estudo e observação da Comunicação.
Parabéns a todos…e longa vida.

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Primeira rede editorial de blogs em PT

Abre hoje, oficialmente, as suas portas a rede “Tubarão-Esquilo“, um grupo de blogs que se assume “como como um projecto editorial profissionalizante: os autores são remunerados em função dos resultados alcançados, remuneração esta assente, na fase de arranque, nas receitas de publicidade“.

A rede é liderada por Paulo Querido e conta já, entre os seus membros, alguns bloggers nacionais de grande qualidade (o Pedro Fonseca, o Leonel Vicente ou o Ricardo Bernardo, só para referir os três que conheço melhor).
Não sendo um projecto inédito na blogosfera – ‘Gawker media’ talvez seja o exemplo que atingiu maior saliência – é-o em termos nacionais e tem a seu favor ainda um outro aspecto que considero essencial: a transparência (diz-se, na nota de apresentação, claramente o que é a rede e de que forma são os seus colaboradores remunerados).
É um passo novo para os blogs, um passo que decorre da sua natural mutação de estatuto: de ferramenta de uns poucos a ferramenta mainstream (para indivíduos, para grupos e associações e para empresas).
Parabéns aos Paulo e votos de sucesso para a rede.

…e será que se encontra nalgum post perdido a explicação para o nome? 🙂

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